sexta-feira, julho 31, 2015


Boa tarde Comentando....








"Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover
o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior."


(Dalai Lama)





"Aprimorar a paciência requer alguém que nos faça mal
e nos permita praticar a tolerância."


(Dalai Lama)




Sol Hoffmann

"...Eu não tenho filosofia: tenho sentidos... Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é, Mas porque a amo..."


O meu olhar é nítido como um girassol. 
Tenho o costume de andar pelas estradas 
Olhando para a direita e para a esquerda, 
E de vez em quando olhando para trás... 
E o que vejo a cada momento 
É aquilo que nunca antes eu tinha visto, 
E eu sei dar por isso muito bem... 
Sei ter o pasmo essencial 
Que tem uma criança se, ao nascer, 
Reparasse que nascera deveras... 
Sinto-me nascido a cada momento 
Para a eterna novidade do Mundo...

Creio no Mundo como num malmequer, 
Porque o vejo. 
Mas não penso nele 
Porque pensar é não compreender... 
O Mundo não se fez para pensarmos nele 
(Pensar é estar doente dos olhos) 
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo…

Eu não tenho filosofia: tenho sentidos... 
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é, 
Mas porque a amo, e amo-a por isso, 
Porque quem ama nunca sabe o que ama 
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...

Amar é a eterna inocência, 
E a única inocência é não pensar...

Fernando Pessoa - Antonia Lima

A estranha escolha de Lula


Como é que ele teve coragem de nos enfiar goela abaixo essa senhora capaz de, em relação ao Pronatec, declarar num palanque: “Não vamos colocar uma meta e quando atingirmos ela, nós dobraremos a meta”.

Além do dilmês que arrebenta com nossa língua, dona Dilma não se acanha em dizer que quando atingirmos o nada, vamos multiplicá-lo por dois?

Ele a escolheu, dizem, por ter ficado fascinado pelo modo como ela pilotava um laptop. É o tal negócio, em terra de cego quem tem um olho é rei...

Dona Dilma, além de perita em manejar as novas tecnologias e no uso do Power Point, é uma feminista daquelas de não ter pejo em pedir – bem, tentou exigir, mas nessa não levou a melhor – que todos os seus auxiliares se dirijam ou se refiram a ela como “a presidenta”.

Fiquei à espera que um auxiliar mais atilado lhe dissesse: "Isso eu só faço se a senhora chamar o Lula de “o presidento”. Mas qual, esperei em vão.

Em julho do ano passado, uns três meses antes da reeleição, durante a campanha para a qual dona Dilma e seu marqueteiro fiaram histórias do arco da velha para enrolar o distinto eleitorado – com o maior sucesso, diga-se a bem da verdade – uma mulher, analista de um banco de grande porte, o Santander, cujo dono era um amigão do Lula, fez jus ao cargo que ocupava e ao salário que recebia e advertiu, por e-mail, seus clientes preferenciais sobre as previsões que fazia para um segundo governo Dilma Rousseff.

Sinara Polycarpo Figueiredo, a analista, em uma mensagem eletrônica, dizia que uma eventual reeleição da presidente pioraria o quadro econômico no país. Que a bolsa iria cair, os juros subir e o câmbio se desvalorizar. Ou seja, a economia iria se deteriorar.

Lula, ao ser informado da análise, com a categoria que lhe é peculiar, em um discurso na 14º plenária da Central Única dos Trabalhadores, ressaltou que não há outro país em que o Santander lucre tanto como no Brasil e questionou ainda o fato da funcionária que escreveu o informe ter chegado a um cargo de chefia: "Essa moça que falou [isso] não entende porra nenhuma de Brasil e de governo Dilma Rousseff. Manter uma mulher dessas em cargo de chefia é sinceramente... Pode mandar embora e dar o bônus dela pra mim, que eu sei como é que eu falo", completou.

Conselho que o Santander, com a rapidez dos que amam o poder, seguiu de imediato. Demitiu a analista! Não sei se deu o bônus ao Lula. Quero crer que não chegou a tanto.

Não sou, nem nunca fui, feminista. Minha teoria é a seguinte: somos diferentes, os homens das mulheres, em dezenas de coisas, todas da maior importância. Menos intelectualmente. Nesse caso, tendo as mesmas condições para desenvolver nosso intelecto, somos absolutamente iguais.

Mas se eu fosse uma ardente feminista, o que eu faria diante de uma mulher que, evidentemente, entendia do que falava, como agora está fartamente provado? Ia convidá-la para fazer parte de minha equipe, ora se ia...

Não se trata de acreditar em bola de cristal ou em querer bancar a profetisa do passado, mas de um fato comprovado: o cliente do Santander que seguiu os conselhos de Sinara se deu bem. Os clientes do Lula quebraram a cara.

Segundo matéria no Estadão de 28/12/ 2014, Sinara Polycarpo Figueiredo entrou com ação na Justiça do Trabalho contra o Santander. Não sei no que deu esse processo. Mas de uma coisa eu sei: torço por Sinara.

Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa

quinta-feira, julho 30, 2015

Boa Noite...

Deixando meu carinho...



Boa noite Comentando...








Acreditar Sempre!



Todos nós, na infância, temos sonhos:
grandes, médios ou pequenos.
Mas à medida que a vida passa, esses sonhos
vão para as prateleiras da vida.
Depois para a área de serviço,
até chegar ao sótão e ser, então,esquecidos.
E os sonhos acabam se tornando vestígios
de uma época em que a pessoa acreditava
no mundo e em sua capacidade de realização.
Enquanto os perdedores se acomodam e
pensam que um sonho é muito para eles,
os campeões se perguntam o que precisam fazer
para realizá-lo.
Nunca pense que uma meta não foi feita para você,
mas sim nas virtudes que precisa
desenvolver para conseguir atingi-la.

Seus sonhos mantêm aceso o fogo
sagrado em seu coração.
Eles são a seiva da vida.
Nós envelhecemos não porque o tempo passa,
mas principalmente porque abandonamos
nossos sonhos.

Pessoas de idade avançada, mas com grandes
ambições, carregam nos olhos o brilho da
juventude, pois suas metas continuam
alimentando sua alma.
É triste olhar para alguém com 40 ou 50 anos
e observar que está vivendo a espera da morte.
É Frustrante ver adolescentes precocemente
envelhecidos, pois em seus corações já não
carregam mais sonhos.
Para essas pessoas viver é simplesmente
completar o dia, completar o mês,
completar o ano.
E é triste constatar que nosso povo está
deixando de sonhar. A maioria procura
completar o dia. Não se permite imaginar
algo além do que está vivendo.

Nunca, nunca, nunca desista!

(Roberto Shinyashiki)




Sol Hoffmann

O amor não é uma gaiola


O tempo é um fenômeno que muitos tentam explicar e que poucos vivenciam de fato.
Eu sei disso porque já fui um desses últimos.
Me importei mais com a teoria do que com a prática, mais com falar sobre amor do que fazer, mais com a aparência e menos com a essência.
Já calei quando devia falar e já falei quando devia ter ficado quieto.
Mas nada disso importa agora.
O que pega mesmo pra mim agora é o fato de nunca ter dito o quanto você foi importante pra mim.

Nunca é tarde demais para falar sobre aquilo que realmente importa.
Acho que li isso em algum lugar, e desde então a saudade se tornou martelo e o meu peito bigorna.
O que importa agora é dizer que valeu a pena cada suspiro e gemido debaixo dos cobertores em dias de chuva, cada gole de cerveja tomada em copo americano, cada piadinha infame que contávamos um para o outro.

Também valeu a pena cada momento em que desafiamos o mundo com nossos sonhos, que desafiamos o tempo com nossos abraços intermináveis contra a pressa furiosa do relógio que insistia em nos dizer que precisávamos ir a algum lugar.

Valeu a pena as noites mal dormidas por conta de conversas intermináveis sobre bandas, livros, filmes, estrelas e galáxias distantes; sobre a vida, sobre a morte, sobre aliens, sobre fantasmas assombrando o corredor e sobre coisas inúteis como saber quem ganharia uma luta entre Chuck Norris e Steven Seagal (inútil porque qualquer um, menos você, sabe que o Seagal é imbatível).

Eu sei que você ainda pensa em mim quando escuta musicas hipsters (tipo bandas da Cracóvia ou da Esbórnia – país que é ligado ao continente por um istmo), certa de que eu iria tirar sarro de você por isso.
Em contrapartida, você também sabe que eu ainda penso em ti quando leio Victor Hugo.
Não vamos conseguir nos livrar um do outro assim tão facilmente.

Nós dois sabemos bem que a vida é cheia de idas e vindas, mas é importante que você saiba que a sua vinda fez toda a diferença pra mim e que eu sei que essa ida é apenas o prólogo de uma nova chegada sua na vida de outra pessoa – uma pessoa de sorte, com certeza.
Não que eu não encare isso com certa melancolia e até com algum remorso, mas é que estar com você me ensinou que o amor não é uma gaiola, mas sim uma casa grande e arejada onde as portas e janelas estão sempre destrancadas.

Nós apenas mudamos de casa, levamos nossos livros, discos e canecas para outras estantes; conhecemos paisagens de outras janelas; nos acostumamos com as infiltrações de outras paredes; aprendemos os macetes de outras portas.
Isso é natural e, onde quer que você more agora, eu só quero que saiba que desejo que seja confortável e aconchegante.

É, eu fui feliz.
Na verdade, ainda sou.
Porque nenhuma história termina antes de rolarem os créditos… e quer saber?
Talvez toda história sobre amores como esse tenham um roteiro maior e mais complexo que toda a filmografia de Godard.

Jocê Rodrigues.

Procure um amor que sinta a música


Se eu pudesse te dar um só conselho que resumisse tudo o que uma pessoa pode procurar num amor, seria esse: busque alguém que sinta a música.
Não precisa ser um exímio violinista, nem conhecer bandas da República Tcheca.
Mas sentir a música, se entregar para a música, viver a música.

Alguém que, ao apertar o play no rádio do carro veja, sem a menor dúvida, o volante se transformar numa bateria que Mike Portnoy nenhum botaria defeito.
Ou então, que faça surgir no capô um público alucinado pela sua voz.
Um amor que treine a presença de palco no banco do carro, e não ligue para o motorista do veículo ao lado a gargalhar.
Afinal de contas, o seu amor tem pena de quem não sabe o que é sentir a música.

Um amor que cante.
Desafinado ou com voz de barítono.
Ney Matogrosso ou Iron Maiden.
Até ciranda de roda vale.
Mas não abra mão que o seu amor cante.
Quem canta espanta seus males, quem canta transborda.
Cante com ele a bossa nova do supermercado e, se de repente rolar um som animado por lá, role até uma dancinha no corredor entre as maioneses e as batatas palhas.

Um amor que não tenha vergonha de te tirar pra dançar sem saber passos arrojados, porque entende que dois pra lá e dois pra cá tem o seu valor quando servem para sentir a música dançando com quem a gente ama. Que não tenha medo de ser feminino demais porque sabe que a música transcende gêneros, que não tenha vergonha de dançar de cueca em frente à geladeira quando aquele compasso pede.

Alguém que feche os olhos quando um acorde toca fundo na alma porque quer anular a visão para ouvir melhor.
Que deixe o pelo arrepiar quando o melhor momento da atuação de um ator encontra o ponto alto da trilha sonora.
Que transforme controle remoto, cabo de vassoura, garrafa d’água ou tudo o que encontrar pela frente num microfone.

Um amor que faça “shhhh” quando está tocando uma música bonita na trilha sonora da novela – que, tudo bem, vai, ele pode odiar, mas sabe valorizar a música que está tocando.
Alguém que não se importe em estar num baile funk, numa festa indie, num samba de escola ou numa apresentação da sinfônica desde que por lá tenha música.

Não importa se ele não sabe o compositor ou confunde Baden Powell com Vinícius de Morais.
O que importa é que quando ele escuta Samba da Bênção e ouve “a tristeza tem sempre uma esperança de um dia não ser tão triste, não”, ele sinta aquilo de verdade e sorria.

Procure um amor que sinta a música.
Porque quem vive como se fosse uma canção, pode até não te fazer feliz pra sempre, mas vai te fazer feliz de verdade.



Marina Melz

Dilma é um retrato na parede

Além de uma fotografia, o que restará, logo mais, do encontro no Palácio do Planalto da presidente Dilma Rousseff com os governadores de Estado?

Os governadores dependem da boa vontade do governo federal para governar com mais ou menos dinheiro.

Em momentos de aperto, como é o caso, o presidente precisa passar ao país a impressão de que politicamente ainda é forte.

Isso pode funcionar quando há espaço para a dúvida em relação à fortaleza ou à fraqueza do presidente. Não é o caso.

A popularidade da presidente compete, hoje, com a taxa de inflação. Na verdade, perde para a taxa.

Lembra da pesquisa que apontou a avaliação positiva de Dilma na casa dos 7,7%? Esqueça. Já diminuiu. A inflação aumentou. Para quase 10% ao ano.

Há governadores que não gostariam de ser vistos a essa altura na companhia de uma presidente tão rejeitada. Estão constrangidos.

Mas não se pode rejeitar um convite presidencial. Por mais que o presidente esteja abaixo do volume morto.

Os governadores voltarão aos seus Estados do mesmo jeito que chegaram a Brasília – de bolsos vazios.

Terão servido de figurantes para o brilho fugaz de uma presidente que mal se segura de pé.

É possível que ela não se perceba assim. Mas é assim que é.

NOBLAT

quarta-feira, julho 29, 2015

Boa Noite...

Deixando meu carinho...


Bom Dia...

Deixando meu carinho....

“SE APAIXONE POR UM GRANDE HOMEM…"


Nós homens nos caracterizamos por ser o sexo forte, embora muitas vezes caiamos por debilidade. Um dia, minha irmã chorava em sua casa…

Com muita saudade, observei que meu pai chegou perto dela e perguntou o motivo de sua tristeza. Escutei-os conversando por horas, mas houve uma frase tão especial que meu pai disse naquela tarde, que até o dia de hoje ainda me recordo a cada manhã e que me enche de força. Meu pai acariciou o rosto dela e disse:

“Minha filha, apaixone-se por Um Grande Homem e nunca mais voltará a chorar”.

Perguntei-me tantas vezes, qual era a fórmula exata para chegar a ser esse grande homem e não deixar-me vencer pelas coisas pequenas…
Com o passar dos anos, descobri que se tão somente todos nós homens lutássemos por ser grandes de espírito, grandes de alma e grandes de coração,
O mundo seria completamente diferente!

Aprendi que um Grande Homem não é aquele que compra tudo o que deseja, porque muitos de nós compramos com presentes a afeição e o respeito daqueles que nos cercam.

Meu pai lhe dizia:

“Não se apaixone por um homem que só fale de si mesmo, de seus problemas, sem preocupar-se com você… Enamore-se de um homem que se interesse por você, que conheça suas forças, suas ilusões, suas tristezas e que a ajude a superá-las.”

Não creia nas palavras de um homem quando seus atos dizem o oposto.
Afaste de sua vida um homem que não constrói com você um mundo melhor.
Ele jamais sairá do seu lado, pois você é a sua fonte de energia…
Foge de um homem enfermo espiritual e emocionalmente, é como um câncer matará tudo o que há em você (emocional, mental, física, social e economicamente)

“Não dê atenção a um homem que não seja capaz de expressar seus sentimentos, que não queira lhe dar amor.”

Não se agarre a um homem que não seja capaz de reconhecer sua beleza interior e exterior e suas qualidades morais.

Não deixe entrar em sua vida um homem a quem tenha que adivinhar o que quer, porque não é capaz de se expressar abertamente.

Não se enamore de um homem que ao conhecê-lo, sua vida tenha se transformado em um problema a resolver e não em algo para desfrutar”.

Não se apaixone por um homem que demonstre frieza, insensibilidade, falta de atenção com você, corra léguas dele.

Não creia em um homem que tenha carências afetivas de infância e que trata de preenchê-las com a infidelidade, culpando-a, quando o problema não está em você, e sim nele, porque não sabe o que quer da vida, nem quais são suas prioridades.

Por que querer um homem que a abandonará se você não for como ele pretendia, ou se já não é mais útil? Por que querer um homem que a trocará por um cabelo ou uma cor de pele diferente, ou por uns olhos claros, ou por um corpo mais esbelto?

Por que querer um homem que não saiba admirar a beleza que há em você, a verdadeira beleza… a do coração?

Quantas vezes me deixei levar pela superficialidade das coisas, deixando de lado aqueles que realmente me ofereciam sua sinceridade e integridade e dando mais importância a quem não valorizava meu esforço?

Custou-me muito compreender que GRANDE HOMEM não é aquele que chega no topo, nem o que tem mais dinheiro, casa, automóvel, nem quem vive rodeado de mulheres, nem muito menos o mais bonito.

Um grande homem é aquele ser humano transparente, que não se refugia atrás de cortinas de fumaça, é o que abre seu CORAÇÃO sem rejeitar a realidade, é quem admira uma mulher por seus alicerces morais e grandeza interior.

Um grande homem é o que cai e tem suficiente força para levantar-se e seguir lutando…

Hoje minha irmã está casada e feliz, e esse Grande Homem com quem se casou, não era nem o mais popular, nem o mais solicitado pelas mulheres, nem o mais rico ou o mais bonito. Esse Grande Homem é simplesmente aquele que nunca a fez chorar…

É QUEM NO LUGAR DE LÁGRIMAS LHE ROUBOU SORRISOS…

Sorrisos por tudo que viveram e conquistaram juntos, pelos triunfos alcançados, por suas lindas recordações e por aquelas tristes lembranças que souberam superar, por cada alegria que repartem e pelos 3 filhos que preenchem suas vidas.

Esse Grande Homem ama tanto a minha irmã que daria o que fosse por ela sem pedir nada em troca…

Esse Grande Homem a quer pelo que ela é, por seu coração e pelo que são quando estão juntos. Aprendamos a ser um desses Grandes Homens, para vivenciar os anos junto de uma Grande Mulher e NADA NEM NINGUÉM NOS PODERÁ VENCER!”

Escrito por: Arnaldo Jabor

terça-feira, julho 28, 2015


Boa noite Comentando...








Relacionamento...



Deus não nos ganha pelos argumentos.
Nossos intelectos são caprichosos.
Quando há uma fraqueza damos uma desculpa.
Quando há uma virtude tentamos ressaltá-la.
A gente acredita pelo apoio do dia-a-dia,
através de um relacionamento próximo.
Como intelectualizar o amor?
Avançamos não só por entender mas por experimentar.
Avanço, vitória e apoio. É isso que nos ganha.
Se não obedecemos é porque não acreditamos.
Deus é mais complexo do que simplesmente saber.
Saber, experimentar e desenvolver esse conhecimento.


(Ken O'Donnell)



Sol Hoffmann

O vento...


Os tristes acham que o vento geme 
Os alegres acham que ele canta!



[Viva Luz *Laura*] ‏





Boa Noite,

Quero convidar você, amigo do "COMENTANDO" para conhecer mais um blog  nosso...

"Um lugar pra chanar de Meu..."

Com toda certeza será mais um lugar que dividirei com  vocês...

Pra chegar até lá cliquem AQUI...

Acho que vão gostar...

Abraços....

maria tereza cichelli

Do nem sempre visível mundo das gentilezas


Gentileza existe!

Nós é que nem sempre observamos!

Divulgamos e relatamos histórias de intolerância e arquivamos, como se fosse um segredo, as delicadezas que recebemos.

Hoje, passei o dia inteiro registrando os gestos gentis que recebi!

De manhã, logo cedo, fui até uma gráfica e estacionei meu carro nas proximidades, em frente a uma Clínica de Fisioterapia.

O manobrista, no meu retorno, prontamente abriu as portas do meu carro e com um sorriso imenso, antes que eu entrasse disse: espere, deixe sair este ar quente!

E não parou de sorrir, até que eu saí...há algo mais estimulante do que receber um sorriso pela manhã?

Fui dirigindo em direção à beira mar e quando ia cruzar a Avenida Monsenhor Tabosa, um motociclista parou e disse para eu passar, mesmo a preferencial sendo dele.

Sim, existem motociclistas gentis.

Depois, fui devolver algo que uma amiga havia me emprestado num gesto de absoluta boa vontade, como é próprio dela.

Mais um belo registro para somar ao meu dia!

No percurso do trabalho, um telefonema de alguém muito especial.

E ouvi a frase: liguei apenas para dizer que estou com saudades! 

Há maior delicadeza do que saber que alguém, mesmo tão longe, te faz parte do pensar?

E acham que acabou?

Tive que contornar uma situação difícil.

Logo imaginei que a pessoa não seria compreensiva, tampouco tolerante e que me daria um sonoro não!

A reação foi absolutamente diferente.

Fui acolhida de uma maneira surpreendente e o episódio teve um desfecho satisfatório.

No começo da noite, fui a um shopping e um rapaz segurou a porta, para que eu passasse, mesmo estando eu a uma distância ainda bem considerável!

E certamente que me escaparam outras gentilezas que recebi neste dia!

Continuo achando que quem faz uma gentileza é o primeiro a ser beneficiado!


Fernanda Guimarães

E-malas


Uma hora sem entrar na internet e o seu smartphone indica pra lá 200 novas mensagens. Nada de animação. Você não é pessoa mais popular do planeta, nem uma it-blogger. Apenas é uma compradora potencial de milhares de produtos, cujos departamentos de venda se apossaram de seu cadastro. Caiu no inferno dos e-malas de vendas.

Antes, nesses reclames on-lines, aparecia como remetente a empresa vendedora. Você deletava, marcava “ignorar o remetente” e se livrava do problema. Como business é business, os criativos departamentos de marketing passaram a usar e-malas com nome próprio.

Pegadinha fácil. Os nomes, claro, batem com algum de seus amigos.

Assim, insistentemente, a Denise oferece: “aumente seu pênis e sua libido. Método seguro e comprovado”. Vou perder essa. Não tenho pênis. Ainda.

Em compensação, pelo internacional H?lo?, sou avisada que posso comprar Viagra a $ 0,70, Cialis a $1,11, Viagra Professional a $2,06, Cialis Professional a $2,10, Viagra (Brand) a $5,46 e Cialis (Brand) a $ 5,56. Uma pechincha! Paymente: VISA, MasterCard.

Só não bomba a libido quem estiver completamente negativado. O que é difícil hoje em dia, quando miles de e-malas diários garantem: “mesmo que você não tenha mais margem consignável, ou mesmo que tenha restrições junto ao SPC ou Serasa, terá direito ao crédito consignado da... Caixa, da Crefisa, do BB, BRB, Baú do Céu, etc.

Essa maravilha toda, “sem cobranças de taxas adicionais e a partir de 9,95 ao mês”. Ou seja, ainda que zerada, lascada, o sistema – guloso pela própria natureza - ainda tem (e oferece!) um canudinho para lhe sugar o derradeiro caldinho. Caridade pura.

Lauro.com é generoso. Pensa no meu lazer e propõe um “imperdível réveillon no Iran”. Com todo respeito ao belo, histórico e sofrido país, no momento atual, melhor do que essa virada de ano por lá, só um safári no Quênia, com o pastor Feliciano de guia e o Boko Haram na segurança.

Sem cerimônia, a oferta de Marcelo.m é para “um jeitinho”. Pode livrar-me de toda e qualquer multa de trânsito. Como? Melhor não saber. (Mal feito mínimo se comparado ao prontuário da Lava Jato, vá?).

Na mesma linha, Diogo.ignácio garante “redução de todas as prestações que estão me tirando o sono”. (Quem mandou ficar comprando Cialis Professional e Viagra Brand? Negativou).

Semana passada, Isabel.org furou a rede com evolução. “Trago seu amado de volta, afasto a inveja e ponho seu amor aos seus pés, para sempre”.É feitiço on-line do modelo antigo, como os anunciados em papel barato, colado em postes de iluminação.

Mas como é que será a bruxaria por meio eletrônico? A galinha pintadinha substitui a tradicional colega preta? Encruzilhada, velas e farofas serão virtuais? Holográficas?

O pagamento será com cartão de crédito ou boleto bancário? Parcelado, com ou sem juros? A entrega é rápida? Com frete incluso e garantia estendida? Isabel será a própria madame feiticeira ou apenas a assessora de imprensa, a marqueteira ou a TI da mandinga on-line?

Não pude saber. Lamentável, porque até que teria uns ex ai pra tentar trazer de volta. Nenhum deles, no entanto, mereceria o trampo do preenchimento de cadastro on-line. E esse era o único meio de obter mais informações sobre o canjerê virtual.

Tirada ali, ganhando aqui. Boa dezena de e-malas informa: a geladeira que pesquisei dois anos atrás está em oferta e com frete grátis. Ó que moleza! Vale o mesmo para a TVzona, o sapatinho, o xampuzinho, o creminho, o carrão. Enfim, tudo que um dia eu sondei na rede, a cada minuto, volta insistente para minha vida on-line.

Caiu na rede é presa. Cada consuminho consumado retornará em um sem fim de e-malas, que só têm concorrência em malice nas indigitadas correntes – que, se quebradas, matam, ferem ou devoram - e nos milhares de convites para jogar Candy Crush.

É o lado B da vida on-line. Taxa adicional, nunca negativada, do conforto de comprar da poltrona. Com ou sem frete.

Tânia Fusco

segunda-feira, julho 27, 2015


Boa noite Comentando...







Senhor...



"Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes
e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos fracos.
Se me dás fortuna, não me tires a razão.
Se me dás o sucesso, não me tires a humildade.
Se me dás humildade, não me tires a dignidade.
Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda.
Não me deixes acusar o outro por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.
Ensina-me a amar aos outros como a mim mesmo.
Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo, nem cair em desespero se fracasso.
Mas recorda-me que o fracasso é a experiência que precede ao triunfo.
Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza.
Se não me deres o êxito, da-me forças para aprender com o fracasso.
Se eu ofender às pessoas, dá-me a coragem para desculpar-me,
e se as pessoas me ofenderem, dá-me a grandeza de perdoá-las.
Senhor , se eu me esquecer de ti , nunca te esqueças de mim."


(Mahatma Gandhi)

Sol Hoffmann

Boa Noite...

Deixando meu carinho...



Gosto das coisas de dentro.


"Não aguento mulher que só fala em dieta, celebridade, roupa, dinheiro e mal de homem. 

O mundo é maior que um closet cheio de sapatos. 

Maior que a Dieta dos Pontos. 

Maior que o milhão de reais. 

Maior. 

Gosto das coisas de dentro. 

O que está por fora muda a cada estação. 

A essência, não. 

Muita gente não tem paciência de tentar. 

Fogem no primeiro problema. 

Desistem no primeiro empecilho. 

Esquecem da essência." 


 Clarissa Corrêa

Hoje nem era para eu estar aqui


A julgar todas aquelas vezes que me imaginei ficar mais perto do fim do que de um novo começo, realmente hoje nem era para eu estar aqui.

Leva um tempo até que deixemos que o tempo nos leve de um jeito leve.

Eu pensei que você seria a última para eu chamar de primeira.
Mas, pensando bem, também pensei que a penúltima seria essa última.
E a antepenúltima, bem, aquela também pensei que seria a última para eu chamar de primeira.

O último amor da nossa vida é o amor para sempre até aparecer um novo amor da nossa vida para ser para sempre.

Se eu pudesse escolher, porém, com certeza não seria assim.
Essas coisas que acontecem com o coração poderiam ser mais fáceis, né?
Mas será que se fossem fáceis como eu gostaria eu estaria aqui hoje para contar como cresci?

Será que se eu nunca tivesse provado do sabor da dor eu saberia tanto como é gostoso o do amor?

Hoje nem era para eu estar aqui.
Pelo menos é o que me vem à cabeça agora ao lembrar das vezes que fui até você.
Me sujeitei a passar por cima do que eu sentia só para ver se você também ia gostar de novo do que chegamos a sentir um dia.
Ou seja, no fundo eu sabia que não deveria tocar no assunto com você, mas eu não sou desses que ignoram quando algo bom toca o peito.

E então, no fim, o resultado não foi o que eu gostaria mas, por outro lado, foi exatamente o que eu precisava para ser melhor hoje em dia.
Sabe, seu beijo era tão bom, eu gostava de te morder; mas depois dele eu conheci outros tão melhores.

A vida é essa chance de nos enganarmos ao pensar que já fomos mais felizes do que poderemos ser ainda.

Conheci uma pessoa que gostou da minha mensagem de “bom dia”.
Lembra que você disse como eu te sufocava?
O calendário me ensinou a esperar e, mais que isso, me ensinou a respeitar quem sou entendendo para quem devo ser.
Você, basicamente, não era o bastante para tudo o que eu sentia.
E no final é tudo um grande “tudo bem”

Tudo bem porque eu continuei minha vida, consciente de que se eu tivesse continuado como eu estava, certamente hoje nem era para eu estar aqui.
Tudo bem porque passei a me exigir menos e exigir menos das pessoas também; entendi que haverá quem entenderá meus carinhos como agrados, como também quem entenderá como sufocos.
E o mais louco: essas lições não estão sequer perto das que ainda vou aprender.

Hoje nem era para eu estar aqui.
E, se estou, é para provar a mim mesmo como ainda há tempo nessa vida para ser feliz.

Márcio Rodrigues.

domingo, julho 26, 2015


Boa noite Comentando...










Transformações



"Disse a flor para o pequeno príncipe:
é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas."

(Saint Exupery em o Pequeno Príncipe)


Não se angustie se o dia de hoje
não lhe trouxe tudo o que você sonhou,
se precisou ficar até mais tarde no trabalho,
se vai ter que estudar até de madrugada para uma prova,
se te roubarem uma hora de sono na visita ao doente,
se a pessoa que você tanto ama ainda não te reconheceu,
se a promoção esperada não aconteceu,
se escolheram outro e você perdeu,
as vezes precisamos suportar algumas dores,
provas do caminho que parecem maiores do que nós mesmos,
para alcançarmos os nossos sonhos.

Mas é nessa prova, nessa luta diária que reside o prazer,
a certeza da vitória é a arma do vencedor,
é no dia a dia, no "suportar das larvas" que nos incomodam,
que deve crescer a certeza de que logo mais elas serão borboletas,
que serão belas e enfeitarão a vida que desejamos levar.

Todos precisam ter objetivos claros, definidos,
enxergar lá na frente o que hoje é apenas um projeto,
ver realizado logo ali o sonho que alimentamos,
e se não tivermos sonhos, de que valerá essa vida?

Se as tuas "larvas" estão te incomodando demais,
é porque a sua visão se estreitou,
você só está enxergando o problema,
nem percebe que seu sonho está próximo,
perdeu a beleza do vôo das borboletas,
perdeu a magia da transformação.

Acredite, tudo se transforma,
em tudo existe a magia da vida,
fonte eterna do amor e de luz,
e para toda angústia, o apoio
do braço amigo de Jesus.
Eu acredito em você.


(Paulo Roberto Gaefke)



Sol Hoffmann

Boa Noite...


Deixando meu carinho...



Boa tarde Comentando...









Aos que passam em nossas vidas



"Cada um que passa em nossa vida passa sozinho...
Porque cada pessoa é única para nós,
e nenhum substítui a outra.
Cada um que passa em nossa vida passa sozinho,
mas não vai só...
Levam um pouco de nós mesmos
e nos deixam um pouco de si mesmos.
Há os que levam muito,
mas não há os que não levam nada.
Há os que deixam muito,
mas não há os que não deixam nada.
Esta é a mais bela realidade da vida...
A prova tremenda de que cada um é importante
e que ninguém se aproxima do outro por acaso..."

(Anttone de Saint-Exupéry)




Sol Hoffmann

Almas perfumadas - Dia dos Avós


"Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. 

De sol quando acorda. 

De flor quando ri. 

Ao lado delas a gente se sente sem relógio e sem agenda. 

Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. 

Lambuzando o queixo de sorvete. 

O tempo é outro. 

E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver. 

Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. 

Do brinquedo que a gente não largava. 

De passeio no jardim. 

Ao lado delas, agente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza." (...) 


Ana Cláudia Saldanha Jácomo

A profecia de Dilma


Crise é crise e não adianta chorar pitangas depois que ela eclode. Sabe-se que é preciso achar saídas, por mais dolorosas que elas sejam. Sabe-se também em quais ombros recai a fatura, já materializada nas contas de luz, nos preços dos alimentos, do transporte, dos bens e serviços, no emprego que vai embora.

Nada disso parece comover a presidente Dilma Rousseff.

Ela resiste a cortar gastos no custeio do governo e os dela própria. Em sua recente viagem a Nova York desembolsou U$ 22 mil do contribuinte para hospedar-se por duas noites na suíte Tiffany do Hotel St. Regis, aposentos com 158 m². Mais de R$ 40 mil cada pernoite. Um acinte.

Com luxos dessa ordem, Dilma escancara seu completo descaso aos que estão pagando a conta da crise sem precedentes em que ela meteu o país. E amplia sua rejeição. Continua sem aprender que política se faz com gestos – para os quais ela definitivamente não tem qualquer habilidade - e símbolos.

Erra ainda mais como governante. Não reduz em um milímetro a máquina gigantesca. Não corta um cargo sequer. Gasta muito mais do que arrecada. E gasta mal.

Mas há de se fazer justiça. Nessa seara os erros do governo começaram muito antes.

Antecessor e padrinho de Dilma, o ex Lula dirigiu o país em época de fartura. Desperdiçou dinheiro em caprichos milionários, a exemplo da refinaria Abreu e Lima (PE), em parceria com o bolivariano Hugo Chávez, que lhe deu o cano. Ou ainda no lançamento de foguetes com a Ucrânia, acordo que será desfeito 12 anos depois de lançar pelos ares R$ 500 milhões do Tesouro.

Na Copa do Mundo da Fifa, Lula foi imbatível. Sob a sua batuta, o Brasil iniciou a construção ou reforma de 12 estádios. Custaram R$ 8 bilhões, 285% acima dos R$ 2,8 bilhões fixados em 2007. Quase o montante total do esforço fiscal que o governo estabeleceu agora ao reduzir sua meta para 2015.

De acordo com o Tribunal de Contas da União, a Copa custou R$ 25,5 bilhões. Apenas R$ 7 bilhões foram investidos em mobilidade, e das 26 obras previstas em aeroportos, só 14 foram concluídas.

Embora o país tenha pelo menos 25 empreiteiras de grande porte, de acordo com o faturamento publicado na revista O Empreiteiro, as 10 denunciadas pela Lava-Jato aparecem em todas essas obras e, na maior parte das vezes, com generosos financiamentos do BNDES, que também assegurou a elas expansões na América do Sul. Sempre com o aval de Lula.

A partilha entre o cartel de empreiteiras companheiras pode ter garantindo obras da Copa para todas, mas no caso do Centro de Lançamento de Alcântara, de onde sairiam os foguetes ucranianos, o contrato do consórcio Odebrecht-Camargo Correa foi direto, sem licitação.

Não há receita mais perversa para um país do que um governo tarimbado em incompetência, malversação, roubalheira e incúria. Que gasta a rodo sem ter receita. Que, quando não patrocina, estimula ou faz vistas grossas à corrupção.

Dilma jamais imaginaria que as palavras ditas em 2013, na inauguração da Arena Fonte Nova, em Salvador, seriam proféticas: "Somos um país conhecido como sendo insuperável no campo, mas nós estamos mostrando que somos insuperáveis também fora de campo”.

Na Copa, o seleção brasileira terminou eliminada pela Alemanha por vexamosos 7 x 1. Extra-campo, os resultados são ainda piores.

Mary Zaidan

sábado, julho 25, 2015


Boa tarde Comentando...







Seja feliz por viver...



Que sua presença,
seja sempre um sopro de ar puro
para o ambiente em que estiver.

Que sua pessoa seja digna de confiança,
mas com um toque de criatividade.
Disponível, mas sem esquecer-se de si.

Incansável pelo ideal,
mas satisfeita com a vida.
Ligada aos amigos,
mas capaz de pensar distante.

Não conte os anos que já viveu,
mas ame a vida simplesmente.
Ocupe-se intensamente no que faz,
sem pensar no que poderia ter feito.

E se um dia já não puder seguir
fisicamente o ritmo habitual,
descubra mil outras coisas para fazer,
outros mundos para explorar
e pessoas para amar, mantendo a paz e o entusiasmo no espírito.

Assim, muitos buscarão a sua amizade,
pela sua alegria contagiante,
pela sua inspiração que sugere,
e sobretudo pelo exemplo que proporciona
de uma vida plenamente realizada.


(msg.do livro: "100 dicas para viver melhor")
Sol Hoffmann

Povo de Fé


A gente nunca deveria discutir religião.

Não.

Religião a gente deveria apenas sentir.

Ou bate ou não bate.

Temos muita sorte. Muita!

Quer ver?

Te conto.

Iniciamos o ano, logo no dia primeiro dia, 01 de janeiro, e o que temos?

Dia de todos os santos.

Quer exemplo mais democrático?

Está todo mundo homenageado e não se fala mais no assunto!

Dezenove dias depois comemoramos São Sebastião, que, não sendo bobo nem nada, é logo o padroeiro do Rio de Janeiro.

Levou flechada, mas levou a melhor, vamos combinar.

Chegamos em dois de fevereiro. Sem controvérsias.

Vamos comemorar Iemanjá.

Afinal, um litoral imenso desses não poderia ficar sem uma musa inspiradora.

Até Caymmi se rendeu aos seus encantos.

Seria eu a desacreditar? Jamais.

Me rendo, e com louvor.

Na luta diária pedimos clemência à exploração de cada dia e que ninguém negue: é preciso ser guerreiro para enfrentar o trânsito, o caos, a violência, o desamor, as fraudes morais, a falta de grana, então, chega mais Jorge, vinte e três de abril é aguardado para berrarmos nosso potencial guerreiro e irmos à luta com alguém que nos apadrinhe.

Esperamos por você ansiosamente!

Para um povo amoroso não poderia faltar, é claro, uma esperança, então, Antônio entra em cena dia treze de junho e faz a festa.

Ufa! Resta alguma esperança aos encalhados de plantão.

O coitado ainda se sujeita a ficar afogado, de cabeça pra baixo.

Uma baixaria o que se faz com o coitadinho!

Dias depois, Pedro, que de bobo não tem nada, não foi à toa que ficou com as chaves do céu, antes de fechar o mês faz a sua festa.

Comemoramos o dia das crianças, dos adultos, dos avós, da árvore, de Nossa Senhora.

O que buscamos mesmo é " alguma alma mesmo que penada, que empreste suas penas" quando não sentimos mais amor, nem dor, nem nada.

Só nos recusamos a perder a fé!

 [AD]

sexta-feira, julho 24, 2015


Boa noite Comentando...








Não tem jeito que dê jeito



Não tem jeito ... eu gosto de você.
Se quiser, pode reclamar, pode espernear,
pode até me maltratar.
Não tem jeito ... eu gosto de você.

Pode fazer cara feia, pode fingir que não nota,
pode ir andando, pode dar-me as costas,
pode ficar de mal, pode mandar-me às favas.
Não tem jeito ... eu gosto de você.

Pode deixar-me sem resposta, sem palavrinhas de dengo,
sem seu sorriso malandro, sem um chorinho mimado,
sem nenhum sinal de vida, sem recados, sem chamados.
Não tem jeito ... eu gosto de você.

Pode ir fazendo tipo, dizendo " tô nem aí ",
pode buscar outras gentes, pode deitar e rolar,
desafiar minha paciência e me encher de desaforos.
Não tem jeito ... eu gosto de você.

Pode gostar de tudo que não gosto,
pode malhar tudo que gosto,
achar que sou mesmo um saco,
que sou é mala sem alça!
Pode me mandar embora!
Eu vou ... mas espero lá fora.
Não tem jeito ... eu gosto de você.

Vou gostar de você até que a vida se acabe,
mesmo que o mundo desabe,
que você me lance bombas, pragas,
e que até dê baixaria!

Vou miar no seu telhado e, feito gato teimoso,
não vou parar nem a pau!

Vou bater na mesma tecla,
vou dar nas cangalhas até o burro entender!

Não tem jeito ... 
Eu gosto de você!


(S i l v i a  S c h m i d t)


Sol Hoffmann

Boa Tarde...

Deixando meu carinho...


A Alegria na Tristeza


O título desse texto na verdade não é meu, e sim de um poema do uruguaio Mario Benedetti.

No original, chama-se "Alegría de la tristeza" e está no livro "La vida ese paréntesis" que, até onde sei, permanece inédito no Brasil.

O poema diz que a gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.

Pode parecer confuso mas é um alento.

Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito, matam por um boné, matam para se divertir.

Além disso, as pessoas estão sem dinheiro.

Quem tem emprego, segura.

Quem não tem, procura.

Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado.

E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música.

Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.

Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia.

Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta.

Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro, fazer é uma festa.

O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado.

Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições.

Até parece que sentir não serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada.

Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais.

Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido.

Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões.

E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada.

Triste é não sentir nada.


 Martha Medeiros

“Passa-se o ponto”


Dê uma volta em qualquer bairro do Rio que você verá placas anunciando a venda, o aluguel, a transferência do ponto comercial: são lojistas angustiados e que não aguentam mais o arrocho da economia e o sumiço dos clientes.

Será que o ministro Levy não pensou, nem por um segundo sequer, que isso ia acabar acontecendo? Creio que não, parece que ele ficou sinceramente surpreso ao perceber que a grande maioria dos brasileiros estava desesperançada e não acreditava na política econômica que ele vendia com aquele aplomb que lhe é peculiar.

(Aliás, por falar na pessoa do ministro, não lembro quando, nem onde, li que Joaquim Levy tem o hábito de se fechar em sua sala para trabalhar ao som do melhor jazz. Bom gosto o do ministro. E aí, bolei um roteirinho: ele começa a seção com Billie Holiday cantando Speak Low, o clássico de Kurt Weil e Ogden Nash, para não esquecer que falar baixinho é um bom golpe: faz o ouvinte se esforçar para prestar atenção!).

Ele fala baixinho e com toda certeza é muito ouvido. Afinal, de suas decisões, depende muito a nossa vida. Infelizmente, ainda não acertou uma tacada sequer...

O desemprego em níveis alarmantes e sem cara de ser revertido tão cedo; os estoques mofando nas prateleiras ou nos pátios; a queda da receita. O PIB magrinho, fraquinho, com cara de bem doente. O Tesouro, coitadinho, empobrecendo a cada dia. Será que o ministro Levy não desconfiou que isso poderia acontecer?

Será que ele achou que essa austeridade artificial e brutal ia fazer bem ao Brasil e aos brasileiros? Sobretudo no meio do caos político em que estamos, Executivo e Legislativo chafurdando na "incompetência, arrogância e corrupção”, como disse com todas as letras o Financial Times em seu editorial?

Para o grande jornal inglês a magia do país foi quebrada e agora vemos que tudo não passou de um conto de terror. (Cá pra nós, atores bons para fazer um filme com esse roteiro, nós até temos).

Um economista americano, Laurence J. Peter, que viveu entre 1919/1988, é autor de uma frase que eu considero perfeita: “Um economista é um especialista que saberá amanhã porque as coisas que ele predisse ontem não aconteceram hoje”. É ou não é uma verdade verdadeira? A mim me parece que é assim, que todos os nossos ministros da Fazenda estão até hoje sem saber por que suas tão ardilosas projeções não tiveram sucesso. Com talvez uma exceção: Pedro Malan. Pena que o PSDB tenha perdido a chance de colocá-lo no Planalto...

Mas não adianta chorar sobre o leite derramado, não é? Nosso ministro atual, que assumiu com a fama de homem que não aceitaria ser desprestigiado, agora se ocupa com entrevistas tentando justificar o ajuste fiscal que de essencial passou a ser uma reles curva na travessia que ele e sua chefe acreditam será completada no semestre que vem.

Parece que o ministro da Defesa, o petista Jaques Wagner, acredita nisso, pois ele discorda do FT e acredita que estamos mesmo no início de uma história de fadas. Quem é a fada madrinha? Não sei. Sei que não há uma abóbora grande o suficiente para caber toda a brava bancada coligada!

Assim como sei que não vai haver impeachment da presidente. Não há motivos. Sua popularidade rasteira não é motivo para um impedimento legal. A austeridade, dura e perversa, nos faz sofrer, mas não nos dá o direito de sair da legalidade.

Impichados estamos nós, o povo brasileiro. Os justos pagando pelos pecadores, quem mandou elegermos dona Dilma?

Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa

quinta-feira, julho 23, 2015


Boa noite Comentando...








"Fragmentos"



Só conhecemos o todo, se entendemos os fragmentos que o constituem:
Fragmentos...pedaços de sentimentos, de coisas, de histórias, pedaços de alma, pedaços de nós...
Alguns escondidos, camuflados, para que não nos encontremos; outros, apenas acomodados sutilmente para proporcionar conforto a nossa identidade. Existem aqueles que se revelam com o cuidado de não expor sua essência, enquanto fragmento,
Alguns envergonhados de sua condição de estilhaço deixam de compreender a importância da totalidade de seu brilho próprio;
Alguns, ainda, no anonimato, esperam a hora de se diferenciar, de parar de estar ali apenas para complementar.
Penso ainda no fragmento livre, sem compromisso. Fragmento que goza da liberdade de estar casualmente presente, sem buscar demarcações, regras pré-definidas, conceitos. Goza do simples fato de existir. Caso não tenha destaque, não há problema. O que importa é compor o todo, o coletivo. O que importa é contribuir para uma figura verdadeiramente plena na sua estrutura multi-facetada, como nichos de um ecossistema, onde cada parte é unicamente importante e coletivamente essencial.
Conhece teus cacos, um por um, para entender o mosaico tão pleno e tão singular que compõe com maestria o desenho da tua história e da pluralidade da vida.


(Maisa Splendore Della Casa)





Sol Hoffmann

Boa Noite....

Deixando meu carinho...


Sou minha platéia


Não tem segredo.

Não tem desgaste.

Apenas resolvi encurtar meus passos em direção ao que não me serve mais.

Gente que não me serve mais, assunto que já não me serve mais, conversa que já não me serve mais.

O que nada acrescenta não deve permanecer.

E deveria ser assim com todo mundo.

É que tenho a alma prolixa e escancarada, então, apareço mais.

Não aprendi a me esconder.

Média para mim só aquela xícara que é metade leite e metade café.

O resto é hipocrisia mesmo.

Não tem explicação.

Eu sou a explicação.

Há uma idade em que a gente precisa ir direto ao assunto, direto ao ponto, direto ao que incomoda.

Não se tem mais as ilusões dos 20 e poucos anos.

Não dá mais para fazer concessões e usar meias-palavras apenas para que a platéia se satisfaça.

Sou minha plateia.

Sou minha critica.

Sou meu diretor.

Então, dou a direção.

E é só.


Cláudia Dornelles 

Se não responde sequer pelas contas do seu governo, pelo que responde o presidente da República?


A estar certo Luís Inácio Adams, o advogado-geral da União, o presidente da República não responde por nada – salvo pelas coisas boas, naturalmente.

Ao entregar, ontem, as explicações pedidas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as contas do governo de 2014, Adams disse com a cara mais limpa do mundo:

- Aprovando ou rejeitando [as contas] não tem base a ideia de um impeachment. Você não cassa um mandado baseado nas contas do governo. A questão que está sendo avaliada aqui não é a conduta individual de cada agente e, particularmente, da presidente. São as contas governamentais. Não cabe responsabilizar Dilma.

Dito de outra maneira: mesmo que a prestação de contas do governo contenha graves irregularidades e acabe rejeitada pelo TCU e, mais adiante, pelo Congresso, ninguém individualmente pode ser responsabilizado por isso.

Credite-se a culpa, se for o caso, ao “governo”, essa entidade sem rosto.

Por meio de manobras fiscais, o governo usou bancos públicos, como a Caixa, para pagar benefícios sociais de programas do tipo Bolsa Família e seguro-desemprego.

Procedeu assim quando faltavam recursos no Tesouro Nacional.

O governo alega que “as pedaladas” não representam operações de crédito, mas sim um tipo de prestação de serviços.

O TCU não engole essa – e nem ninguém com o mínimo de conhecimento sobre o que de fato se passou.

Foi, sim uma operação de crédito. E a Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe que bancos públicos financiem o governo federal.

O governo abusa do cinismo quando argumenta que os governos de Fernando Henrique Cardoso fizeram a mesma coisa, bem como os governos de 17 Estados.

Quer dizer: se os outros fizeram e não foram punidos por que logo eu serei?

Reconhece essa desculpa? Os governos do PT usaram e abusaram dela.

O Brasil sempre foi tolerante com a corrupção. O fato de estar deixando de ser absolve, por exemplo, todos os que foram pegos pela Operação Lava Jato roubando a Petrobras?

A propósito: se a presidente da República não responde pelas contas do seu governo como quer o Advogado-Geral da União, responderá pelo quê?

O esquema do mensalão foi comandado de dentro do Palácio do Planalto no primeiro governo Lula – mas Lula escapou porque disse que não sabia.

Dilma manda diretamente na Petrobras desde o momento em que assumiu o cargo de Ministra das Minas e Energia no primeiro governo Lula – mas ela nada teve a ver com o que ocorreu por lá. É o que diz.

Bom emprego, esse, de presidente.

NOBLAT

quarta-feira, julho 22, 2015


Boa noite Comentando...








Respeito...



Não se assuste com as atitudes das pessoas que lhe cercam; nem sempre
elas estão no seu melhor dia, e todos nós temos o direito de
estarmos chateados ou até tristes e sem vontade de falar com
ninguém. Portanto, respeite o indivíduo que existe em cada pessoa;
não crie expectativas com a vida dos outros, você acaba se
machucando e fazendo com que as pessoas se sintam responsáveis por
atitudes que só você esperava, que você nem sequer comunicou a
pessoa interessada, apenas desejou em seu íntimo.
Tudo tem seu tempo!
E o seu tempo de plantar é todos os dias; é a cada minuto. Semeie
amor, distribua sementes de carinho e em breve você irá ter a maior
colheita de felicidade que um ser humano pode ter. Nada supera o
amor, velhas mágoas desaparecem sob a ação do amor; inimigos se
abraçam em nome do amor; parentes afastados se reencontram em nome
do amor, e você será abençoado pelo amor que Deus derrama, todos os
dias, sobre a sua cabeça em sinal de que Ele acredita em você, sempre!


(Paulo Roberto Gaefke)


Sol Hoffmann

FALSAS AMEAÇAS


A imobilidade é um grande passo no relacionamento

Confie mais no silêncio do que naquilo que você ouviu. Garanto que dá certo.

Estará encrencado na hipótese de realizar ao pé da letra o que escuta.

Desconfie do que vai sendo dito na raiva ou no deboche. Busque descobrir o sentimento por detrás da frase.

Na dúvida, não se mexa.

Quando sua esposa manda “Vá sem mim”, já furiosa ao experimentar a enésima roupa, não invente de atender ao apelo.

Não seja idiota de sair porta afora. Muito menos conforte com aquela sabedoria de maçaneta, apenas sente no sofá e espere.

Não é encenação, mas ela não deseja isso. Vê o delicado paradoxo: é uma verdade somente sentimental.

No instante em que terminar de se arrumar, no seu tempo infinito, no tempo que não levará em conta o horário de um compromisso, ela surgirá silenciosa e segura, como se nada tivesse acontecido.

E nada aconteceu depois que tudo foi posto para fora. E tudo continua acontecendo quando nada é declarado.

Falar elimina a confusão para a mulher. Não falar cria perigosa culpa. Mas precisa falar e sem nenhuma interferência, o que é importante saber.

A mesma reação impassível deve adotar quando ela esbravejar “vá comer uma puta”, diante de sua insistência por transar. Não siga o conselho, é fria, a fidelidade nunca será cafetina.

Ela simplesmente vem pedindo espaço, que não fique perto, por cima, pois a intimidade cansa. Não é falta de amor ou de atração, é irritação momentânea.

Não julgue como uma sentença definitiva. Não comece a fantasiar putarias, por mais que lhe cresça a vontade e queira chamar os amigos para festejar o passe livre.

Ela não aguenta ser pressionada no trabalho, na família, e agora no sexo. Relaxe, assista a tevê, leia um livro, que ela virá despretensiosamente, dona de si.

Tampouco acate se ela ordenar “vá morar com a sua mãe”. Não pense que é uma grande ideia, não prepare as malas, não sinta saudade da superproteção materna, de comida e roupa lavada.

Acreditar em sua mulher é também não acreditar sempre.

Fabrício Carpinejar