terça-feira, novembro 25, 2014


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Doçura



Doçura é a maestria dos sentidos.

Olhos que vêem o fundo das coisas, ouvidos que escutam o coração das coisas, boca que fala a essência das coisas.

Doçura é o resultado de uma longa jornada interior ao âmago da vida e a habilidade de lá descansar e assistir.

O que é realmente doce nunca pode ser vítima do tempo, porque doçura é a qualidade da pessoa cuja vida tocou a eternidade.


(Brahma Kumaris)





Sol Hoffmann

Felicidade são gotas de bons momentos que passamos aqui e ali


Há pessoas que desistem da felicidade.

Renunciam, como quem renuncia a um prêmio não merecido.

Mas essa renúncia não se faz de forma consciente e clara.

Ninguém diz:à partir de agora não quero mais ser feliz. Não.

O que acontece é bem pior, pois a pessoa não se dá conta do perigo que se instalou dentro dela.

Abandonar-se é afastar de si as probabilidades de momentos que poderiam ser eternos e inesquecíveis.

São tantas as marcas deixadas pelas decepções, tantas feridas que nunca chegam a cicatrizar, tanta dor latente, que o que acontece é que perdemos a capacidade de acreditar nas coisas boas.

Dizemos que amor verdadeiro não existe, que pessoas com as quais sonhamos não existem, que da vida não esperamos mais nada.

Nos resignamos a viver o dia-a-dia como se não tivéssemos outra opção.

Não vemos mais a felicidade como objetivo, mas como oportunidade perdida de maneira irremediável.

Morremos de inveja quando vemos alguém feliz, mas não tomamos a decisão de na manhã seguinte partirmos para a luta por uma conquista cara ao coração.

Deixamos de dar valor mesmo ao que já faz parte da vida e que contribui, de maneira ou de outra, a manter a razão da existência.

Mas felicidade não é um todo e nem tampouco algo de uma vez por todas.

Felicidade são gotas de bons momentos que passamos aqui e ali, são horas agradáveis que desfrutamos com as pessoas que são importantes pra nós, são coisas que ficam gravadas no nosso coração pra sempre para manter-nos de pé quando a maré estiver baixa.

Raras são as pessoas que podem afirmar que nunca tiveram um momento de verdadeira felicidade.

Ricos são os que guardam esses momentos e os reavivam na hora certa.

Tristes são as pessoas que os jogam fora e deixam que percam de valor empoeirados em um recanto qualquer da vida.

Felicidade não é nenhuma recompensa, é um direito natural de todo ser humano.

Se você já foi feliz um dia, mesmo que por um momento, isso pode encher seu coração de esperança.

Porque o sol volta, a chuva volta, mesmo as tempestades voltam, mas os bons momentos voltam também.

Letícia Thompson

Hoje na História - 25 de Novembro


Nasce o escritor português Eça de Queirós 25-11-1845 

No dia 25 de novembro de 1845 nascia na cidade de Póvoa de Varzim, em Portugal, o escritor Eça de Queirós.

Considerado um dos mais importantes escritores portugueses, foi autor de livros consagrados como “Os Maias” e “O crime do Padre Amaro”.

Seus trabalhos foram traduzidos para aproximadamente 20 idiomas.

Além de escritor, também exerceu a carreira diplomática, a partir de 1873, quando foi nomeado cônsul em Havana.

Seus anos mais produtivos, contudo, foram na Inglaterra, entre 1874 e 1878, quando trabalhou em Newcastle e Bristol, onde escreveu “A Capital”.

Também publicou esporadicamente no Diário de Notícias, de Lisboa.

Depois, em 1888, foi nomeado cônsul em Paris.

Casou-se aos 40 anos com Emília de Resende, com quem teve quatro filhos: Alberto, Antônio, José Maria e Maria.

Eça de Queirós morreu no dia 16 de agosto de 1900, na sua casa de Neuilly, perto de Paris.



History

MÁGOA.


Não é um sentimento.

É apenas a taxa de juros de um sentir.

Uma cobrança que nunca para.

A anuidade indevida de um cartão qualquer.

Dívida corrigida dia a dia.

Rendimento zero.

Investimento nulo.

Mágoa acumula.

Fica grudada na gente.

Espalha até chegar ao olhar.

Vociferar.

Alimenta-se da mais pura vontade de um ontem, da desilusão de um amanhã.

Insiste num brigar com o relógio.

No amarrar de seus ponteiros.

Como se pudesse segurar o tempo.

Pobre tentativa.

Mágoa é sempre passageira.

Vem de visita, dorme na sala.

Árvore grande de raízes frágeis.

Um dia cai, cede.

Sem fazer barulho.

Bate asas silenciosamente.

Vai embora sem dizer adeus.

Tudo por não ter a força de um sentimento.

É apenas a fraqueza pela falta dele.


Emille Kisar

segunda-feira, novembro 24, 2014

Boa Noite...




Deixando meu carinho...




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Senhor...



"Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes
e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos fracos.
Se me dás fortuna, não me tires a razão.
Se me dás o sucesso, não me tires a humildade.
Se me dás humildade, não me tires a dignidade.
Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda.
Não me deixes acusar o outro por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.
Ensina-me a amar aos outros como a mim mesmo.
Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo, nem cair em desespero se fracasso.
Mas recorda-me que o fracasso é a experiência que precede ao triunfo.
Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza.
Se não me deres o êxito, da-me forças para aprender com o fracasso.
Se eu ofender às pessoas, dá-me a coragem para desculpar-me,
e se as pessoas me ofenderem, dá-me a grandeza de perdoá-las.
Senhor , se eu me esquecer de ti , nunca te esqueças de mim."



(Mahatma Gandhi)



Sol Hoffmann

A aranha e a teia


"Eu ouvi uma história dinamarquesa. Lembre-se dela, deixe que ela se torne parte da sua consciência.

Essa história conta sobre uma aranha que vivia lá no alto, nos caibros do telhado de um velho celeiro.

Um dia ela desceu por um longo fio até uma viga mais baixa, onde descobriu que as moscas eram mais abundantes e mais fáceis de capturar.

Ela então, decidiu que passaria a viver nessa viga mais baixa e teceu ali uma confortável teia.

Mas um dia, ela reparou por acaso no longo fio que vinha de cima, mergulhado na escuridão lá em cima e disse: ' Eu não preciso mais desse fio. Ele só está atrapalhando'.

Ela então, cortou o fio, e ao fazer isso, destruiu toda a sua teia, que era sustentada por esse fio.

 Essa é também a história do ser humano.

Um fio liga você ao supremo, ao mais elevado.

Você pode ter esquecido completamente que desceu por este fio.

Você veio do Todo e tem de voltar para lá. Tudo volta para a fonte original: tem de voltar.

Então, você pode até sentir o que esta aranha sentiu, que o fio que o liga ao plano mais elevado só está atrapalhando.

Muitas vezes é por causa dele que você não pode fazer algumas coisas: ele sempre acaba ficando no meio do caminho.

Você não pode ser tão violento quanto gostaria; não pode ser tão agressivo quando gostaria; não pode odiar tanto quanto gostaria - o fio está sempre no caminho.

Às vezes você pode se sentir como essa aranha - com vontade de cortá-lo, de parti-lo como ela fez, para desobstruir o seu caminho.

Foi isso que disse Nietzsche: 'Deus está morto'. Nietzsche partiu o fio.

Mas em seguida enlouqueceu. No momento em que ele disse: Deus está morto, ele enlouqueceu, porque rompeu a ligação com a fonte original de toda a vida.

Quando faz isso, a pessoa passa a ter fome de algo vital, essencial. Ela acaba perdendo alguma coisa e se esquece completamente que ela era a própria base da sua vida.

A aranha cortou o fio, e com isso, destruiu a própria teia, que era sustentada por esse fio."

Osho

Não quero um amor meia-boca


Não quero um amor para, finalmente, conseguir mudar o meu status de relacionamento do Facebook. Aliás, se quer mesmo saber, prefiro alguém que não esteja nem aí para uma exposição desnecessária dessas. Quero alguém que se contente, sem bater os pés, com um sincero e respeitoso pacto privado, selado à base de cafunés ilimitados, beijos que miram a pontinha do nariz e noites inteiras sem qualquer necessidade de meias-verdades.

Não quero um amor do tipo que, no Instagram e somente graças a filtros mágicos, à plateia – e só a ela – pareça quente. Exijo um amor fervente de verdade, à minha alma – e não à alma dos que insistem em tentar cuidar da minha -, aos meus pés de iceberg, à minha pele que vive com saudade de arrepiar e, principalmente, ao meu coração que anda achando tudo gelado à beça.

Não quero um amor apenas para dar um stop nas perguntas idiotas que me fazem em jantares de família. Quero um amor que, sem pudores e ao pé do meu ouvido, não hesitará em fazer afirmações capazes de bambear as minhas pernas, enquanto os fofoqueiros, todos eles, certamente estarão demasiadamente ocupados falando mal da vida alheia – e da minha.

Não quero um amor desses que acham que o amor, para ser inteiro, precisa de aliança dourada, véu e grinalda. Quero um amor que me faça querer dizer “sim!” todos os dias e que motive o brilho dos meus olhos mesmo quando estiver chovendo canivetes, e não arroz. Quero um amor que me peça em casamento sempre que meus dentes estiverem sujos de Nutella. Quero um amor que nem pense em pedir o divórcio quando o furacão “El Chico”, abruptamente, tomar conta de mim. Quero um amor que passe mel em todas as minhas luas. E também sobre o meu corpo; por que não?

Não quero um amor que me dê motivos para abrir mão da minha saúde ou que me tire, completamente, a vontade de soltar o cabelo. Quero um amor que me encha de razões para passar batom vermelho, usar vestido curtinho e me cuidar, como nunca me cuidei antes. Quero um amor que me faça querer viver, o máximo possível, para amá-lo – amando-me também – até onde o meu fôlego permitir.

Não quero um amor para me servir de par apenas nas alegrias e em noites nas quais os champanhes fazem trovejar. Quero um amor que, sem soltar a minha cintura, não me deixará desistir da dança; e da vida. Quero um amor que saiba ser a segunda voz quando eu quiser cantar, mas que, quando perceber que estou prestes a desafinar, consiga me calar com uma música que me faça ter ataque de riso. E de alegria.

Não quero um amor para não ser vista como vela em programa de casal, Campos do Jordão ou foto de barzinho. Quero um amor que seja a vela do meu barco e, se possível, que me atire a ventos certos quando eu ameaçar rumar em direção a assustadoras tempestades.

Não quero um amor com motor 2.0, cobertura no Leblon e fazenda cheia de soja. O que quero, apenas, é um amor capaz de me fazer sorrir, aliviada, quando eu finalmente perceber que esse monte de coisas caras e materiais, quando comparadas ao valor do amor e à vontade de enriquecê-lo com boas memórias, não têm valor algum.

Não quero um amor meia-boca nem meio-coração. Quero um amor que me faça, sem pensar meia vez, doar a minha boca inteira. E o meu sangue, caso o coração do meu amor precise dele para continuar batendo. E me amando. E batendo. E me amando…

Ricardo Coiro

Hoje na História - 24 de Novembro


Nasce o poeta simbolista Cruz e Sousa 24-11-1861 

No dia 24 de novembro de 1861 nascia, na cidade de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis), João da Cruz e Sousa, poeta e um dos pioneiros do movimento simbolista no Brasil.

Ele também era chamado de Dante Negro e Cisne Negro.

Com seu livro “Broquéis”, publicado em 1893, deu início ao simbolismo no país.

Seus poemas são marcados pela musicalidade, individualismo e também pela cor branca.

Filho de ex-escravos negros, Cruz e Sousa cresceu sob a tutela de seu ex-senhor, o Marechal Guilherme Xavier de Sousa, de quem adotou o nome de família Sousa.

A esposa de Guilherme, Clarinda, não tinha filhos, e, por isso, passou a cuidar de Cruz e Sousa.

Desta forma, ele aprendeu francês, latim e grego, matemática e ciências naturais.

Em 1885 lançou o primeiro livro, “Tropos e Fantasias”.

Cinco anos depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou no arquivo na Estrada de Ferro Central do Brasil, colaborando também com o jornal Folha Popular.

Cruz e Sousa morreu no dia 19 de março de 1898, na cidade de Sítio (MG), vítima de tuberculose






Morre Freddie Mercury, líder da banda Queen 24-11-1991 

No dia 24 de novembro de 1991, o mundo da música perdeu uma das suas mais conhecidas vozes.

Morria o cantor Freddie Mercury, nome artístico de Farrokh Bulsara, vítima de complicações da Aids.

Ele assumiu publicamente que tinha a doença na véspera da sua morte, em Londres. Nascido na cidade de Stone Town, atual Tanzânia, no dia 5 de setembro de 1946, ele foi educado na St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombaim (ou Mumbai).

Nesta época, ele começou a ser chamado de Freddie. Aos 18 anos, por conta de uma revolução em seu país natal, ele se mudou com a família para a Inglaterra, onde estudou design na Ealing Art College.

Na faculdade, conheceu o baixista Tim Staffell, que tinha uma banda chamada Smile, com Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista.

Eu não serei um astro do rock, serei uma lenda! Sou amado por milhares de pessoas, mas me acho o homem mais solitário do mundo 
Freddie Mercury 

Em 1970, Tim deixou o grupo e Freddie assumiu o posto de vocalista da banda, que trocou o nome para Queen. Nesta época, ele acrescentou Mercury ao seu nome.

No mesmo ano, conheceu Mary Austin, sua namorada. Com ela, assumiu sua bissexualidade. Mesmo separados depois, os dois continuaram grandes amigos e Freddie, inclusive, doou parte de sua fortuna para ela.

De acordo com o cantor, a música "Love of My Life" foi escrita para Mary.

Além deste sucesso, ele compôs outros clássicos como "Bohemian Rhapsody", "Somebody to Love" e "We Are the Champions".

Com performances lendárias, suas turnês com o Queen fizeram enorme sucesso nos anos 70 e 80. Freddie Mercury também lançou dois discos solo, aclamados pela crítica e pelo público. Em 1991, diante da sua frágil saúde, aumentavam os rumores de que ele estaria com AIDS, o que foi confirmado pelo próprio cantor, em uma declaração, na véspera de sua morte, no dia 23 de novembro.

Seu corpo foi cremado e as cinzas espalhadas na margem do Lago Genebra, na Suíça, pátria que foi adotada por Mercury como seu segundo lar.

No ano seguinte, durante a abertura dos Jogos Olímpicos de Barcelona, a cantora Montserrat Caballé interpretou a canção "Barcelona" (gravada em 1988) em dueto virtual com o cantor.



History

domingo, novembro 23, 2014

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"De tudo, ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre começando...
A certeza de que precisamos continuar...
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar...
Portanto devemos: Fazer da interrupção, um caminho novo ...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro..."
 
 
(Fernando Sabino)



Sol Hoffmann

Hoje na História - 23 de Novembro


Nasce o mestre Bimba, uma lenda da capoeira brasileira 23-11-1900 

No dia 23 de novembro de 1900 nascia, em Salvador (BA), Manoel dos Reis Macrashado, o baiano Mestre Bimba.

Ele foi responsável por uma renovação na história da capoeira ao introduzir elementos de boxe e do jiu-jitsu na coreografia da capoeira de angolana.

Bimba criou seu estilo próprio de capoeira, introduzindo golpes mais agressivos de lutas estrangeiras.

Ele montou uma academia para ensinar a sua arte aos filhos da classe média.

Também estabeleceu regras que seguiu com rigor como uso de uniforme, aplicação de exames, realização de formatura e entrega de diploma e medalha.

Ele morreu no dia 5 de fevereiro de 1974, em Goiânia (GO), aos 73 anos.






Morre Caio Prado Júnior, um dos maiores intelectuais do Brasil 23-11-1990 

Um dos grandes historiadores do Brasil, Caio da Silva Prado Júnior morreu no dia 23 de novembro de 1990, em São Paulo.

Nascido na capital paulista, em 11 de fevereiro de 1907, ele foi um dos maiores intelectuais brasileiros e desenvolveu obras imprescindíveis ao entendimento da formação histórica do Brasil.

Estudou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (1924-1928) e, ao longo da sua formação universitária assim como na prática advocatícia, vivenciou a efervescência política, social e cultural no Brasil nos anos 20 e 30.

Como político, filiou-se ao Partido Democrático, em 1928, participou da Revolução de 1930, filiando-se depois ao Partido Comunista Brasileiro.

Em 1933, viajou como estudante para a União Soviética, experiência que lhe rendeu o livro URSS, um novo mundo, em 1934.

No ano seguinte ao livro, foi vice-presidente da Aliança Nacional Libertadora, cargo que o levou à prisão durante dois anos.

Entre 37 e 39, se exilou na Europa e, já de volta ao Brasil, publicou o clássico Formação do Brasil Contemporâneo.

Além de pesquisador e político, Caio Prado Júnior também foi empresário do ramo editorial, fundando a Editora Brasiliense, em 1943, com o amigo Monteiro Lobato.

Após o fim do governo de Getúlio Vargas, foi eleito deputado estadual pelo PCB (1947), mas teve o mandato cassado por sua ideologia marxista.

Na sequência, dedicou-se à editora e, mais tarde, voltou a se exilar, desta vez no Chile, por conta da perseguição que sofreu durante o Regime Militar (1964).

Quando retornou ao Brasil, em 1971, foi condenado a um ano de prisão por subversão.

No ano seguinte, conseguiu a liberdade.

Outras obras importantes de Caio Prado Júnior foram A evolução política do Brasil (1933), História econômica do Brasil (1945), Estruturalismo e marxismo (1971) e História e desenvolvimento (1972).



History

Colcha de retalhos: Amizade


"Amigos conseguem essa magia mais do que muitas duplas românticas, que frequentemente se enganam a respeito da falsa intimidade que o sexo faz supor. 

Invadir a privacidade alheia é moleza, basta um torpedo, um telefonema, um encontro. 

Mas ter acesso ao mundo interno que o outro habita e sentir-se à vontade nesse mundo é que torna tudo mais raro, mais mágico e mais eterno."


 “Amigos novos são bem-vindos, trazem frescor à nossa vida, mas há certos momentos em que precisamos de um espelho humano, alguém em quem possamos nos refletir e avalizar nossa origem e identidade. 

Estes espelhos geralmente são nossos pais, irmãos e os "velhos amigos", mas pode ser também uma fruta que você colhia no pátio da casa da sua infância, pode ser um fusca que você não tem coragem de vender, pode ser um anel que foi da sua avó e que hoje está no dedo da sua filha. 

Pode ser qualquer coisa que te leve pra trás e te traga de volta, assegurando quem você é — e sempre foi". Vínculos. 

Um conforto para o que nos amedronta tanto, que é a passagem do tempo.” 


 “Todos nós chegamos até aqui abrindo mão de muita coisa lá atrás. 

Ali adiante, na hora de fazer um balanço, o valor não estará nos cifrões, a contabilidade será outra: quantos amigos? 

Quantos sorrisos? 

Quanta felicidade? 

Quanto amor? 

Derrota é quando a gente ganha dos outros, mas desiste de si mesma.” 


 Crônicas de Martha Medeiros

sábado, novembro 22, 2014


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Relacionamento...


Deus não nos ganha pelos argumentos.
Nossos intelectos são caprichosos.
Quando há uma fraqueza damos uma desculpa.
Quando há uma virtude tentamos ressaltá-la.
A gente acredita pelo apoio do dia-a-dia,
através de um relacionamento próximo.
Como intelectualizar o amor?
Avançamos não só por entender mas por experimentar.
Avanço, vitória e apoio. É isso que nos ganha.
Se não obedecemos é porque não acreditamos.
Deus é mais complexo do que simplesmente saber.
Saber, experimentar e desenvolver esse conhecimento.


(Ken O'Donnell)



Sol Hoffmann

Por que o pato não se molha quando nada?


Porque ele produz uma secreção oleosa embaixo da cauda e com o bico retira o óleo e o espalha pelo corpo.

Recobertas por essa secreção, as penas tornam-se impermeáveis.

Além disso, a camada de ar que fica entre as penas e o corpo ajuda o pato a manter-se flutuando


Guia dos Curiosos

Eu só vim lhe desejar um dia lindo.


"Eu só vim lhe desejar um dia lindo. 

Com gente feliz ao seu redor. 

Com chuvas de sorrisos e de olhares que vem da alma. 

Não importa se grandes notícias não virão hoje. 

Que também não venham as más. 

Que seu dia seja de paz. 

Que você esteja em paz. 

E que você olhe os problemas de cima, e as pessoas que você convive, com olho no olho. 

Que as palavras do dia sejam ‘leveza’, ‘doçura’, ‘calmaria’, ‘tranquilidade’. 

E que suas próximas horas sejam carregadas de pensamentos positivos e muita paz no coração."


Rosa Chiodini Hoppe.

Hoje na História - 22 de Novembro


Lançado Toy Story, primeiro longa-metragem 100% animado por computador 22-11-1995 

Um filme que entraria para a história por sua inovação, o longa-metragem Toy Story era lançado em um dia como este, no ano de 1995, nos Estados Unidos.

A animação foi a primeira do seu tipo, totalmente produzida com computação gráfica.

Vale lembrar que existe uma controvérsia sobre isso, envolvendo o filme brasileiro Cassiopéianota, um longa-metragem animado, lançado em 1 de abril de 1996.

Toy Story foi o primeiro filme da Pixar, que contou com direção de John Lasseter, que também trabalhou no roteiro, juntamente com Andrew Stanton, Joel Cohen, Alec Sokolow e Joss Whedon e música de Randy Newman.

O filme, um lançamento da Walt Disney, teve Steve Jobs e Edwin Catmull como produtores executivos.

A história é sobre os brinquedos de um menino chamado Andy, de oito anos.

O Xerife Wood, um um boneco de cowboy, é o seu favorito.

O que o garotinho não sabe é que quando os humanos não estão presentes, todos os seus brinquedos tornam-se vivos.

Quando chega o aniversário de Andy, todos os brinquedos entram em pânico, imaginado que serão esquecidos pelo seu dono.

Contudo, o garotinho ganha um patrulheiro espacial chamado Buzz Lightyear, que vai despertar ciúmes no Xerife Wood.

O filme foi aclamado por crítica e público e faturou US$ 360 milhões no mundo, com custo de produção em torno de US$ 30 milhões.

Após este filme, vieram as sequências de Toy Story 2 e Toy Story 3.






Marinheiros deflagram a Revolta da Chibata no Rio de Janeiro 22-11-1910 

Uma revolta de Marinheiros nas tranquilas águas da Guanabara deixou o Brasil em estado de alerta.

O movimento, que ficou conhecido como Revolta da Chibata, representou a rebelião de marinheiros de baixa patente contra o sistema violento da Marinha do Brasil.

Entre as reivindicações dos rebelados estavam o fim dos castigos físicos contra os marinheiros, melhor alimentação e a colocação em prática da lei de ajustes de horários, aprovada pelo Congresso.

A gota d´água para o movimento foi a punição de 250 chibatadas imposta do cabo Marcelino Rodrigues, condenado por ferir um marinheiro a bordo do Minas Gerais, embarcação que foi capturada pelos revoltados.

No dia 22 de novembro de 1910, o grupo liderado pelo cabo João Cândido tomou o controle do navio, matou o comandante e mais três resistentes ao movimento, causando pânico geral na cidade do Rio de Janeiro.

Como o levante havia sido planejado, outros navios aderiram ao movimento: o Bahia, o São Paulo e o Deodoro.

Os marinheiros viraram os canhões dos navios em direção ao Rio de Janeiro e forçaram o presidente Hermes da Fonseca a negociar com os rebeldes.

A revolta terminou no dia 26 de novembro, com o anúncio de uma trégua: foi prometido o fim dos castigos físicos e também a anistia dos rebeldes.

Porém, depois que os marinheiros entregaram as armas, eles foram traídos pelo governante, que expulsou os revoltosos das Forças Armadas.

A traição resultou em outro levante, em dezembro, na Ilha das Cobras.

Contudo, esta última não teve grande apoio e os revoltosos foram massacrados.

Dois anos depois, os marinheiros presos que sobreviveram às torturas foram absolvidos.

Após as rebeliões, finalmente, o governo deu fim às punições físicas em alto mar e aprovou melhorias para os marinheiros.

João Cândido, o líder da Revolta da Chibata, conseguiu anistia.

Apesar de seu feito heroico, morreu anônimo e pobre, como carregador de peixes no Rio, em 1969.

A conhecida música “O Mestre-sala dos mares”, de João Bosco e Aldir Blanc, foi composta em homenagem a João Cândido.






Presidente dos EUA, John Kennedy, é morto em atentado em Dallas 22-11-1963 

O dia 22 de novembro de 1963 marcou com sangue a história presidencial dos Estados Unidos. Nesta data, o 35º presidente do país, John Fitzgerald Kennedy, foi morto a tiros durante uma carreata política, em Dallas, no Texas.

Ele estava em um carro conversível, diante de uma multidão, quando foi atingido por tiros durante o desfile. A primeira-dama Jacqueline Kennedy estava ao seu lado, juntamente com o governador do Texas John Connally e sua esposa.

Quando o veículo passou pela Praça Dealey, às 12h30, Lee Harvey Oswald teria disparado três tiros do sexto andar de um prédio que servia de depósito de livros escolares, ferindo fatalmente Kennedy e atingindo gravemente Connally. Kennedy foi declarado morto 30 minutos depois, no Parkland Hospital, aos 46 anos.

O vice-presidente Lyndon Johnson, que estava na comitiva, três carros atrás de Kennedy, foi empossado como o 36º presidente dos Estados Unidos duas horas depois. Ele fez o juramento presidencial a bordo do Air Force One e sua posse foi testemunhada por cerca de 30 pessoas, incluindo Jacqueline Kennedy, que ainda estava vestindo roupas manchadas de sangue do marido.

Sete minutos depois, o jato presidencial decolou de Washington.

No dia seguinte, 23 de novembro, Johnson fez seu primeiro discurso, declarando o dia 25 de novembro luto nacional pelo presidente morto. Nessa segunda-feira, centenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de Washington para assistir a passagem do corpo de Kennedy rumo à catedral de São Mateus para uma missa.

A procissão seguiu para o cemitério de Arlington, onde líderes de 99 nações se reuniram para o funeral. Pouco depois do crime, Lee Harvey Oswald foi preso em uma sala de cinema pela polícia como suspeito. Ele foi formalmente acusado em 23 de novembro pelos assassinatos de Kennedy e de um policial.

No dia seguinte, foi levado para a sede da polícia de Dallas. Uma multidão de policiais e de jornalistas se reuniram para assistir sua partida para uma cela mais segura quando Jack Ruby saiu da multidão e matou Oswald com um tiro de revólver calibre 38.

Ruby, que foi imediatamente detido, afirmou que o assassinato de Kennedy foi o motivo de sua ação. Apesar de alguns o considerarem um herói, ele foi condenado a morte.

Em outubro de 1966, o Tribunal de Apelações do Texas reverteu a decisão e um novo julgamento foi marcado. Em janeiro de 1967, enquanto aguarda por uma nova decisão, Ruby morreu de câncer de pulmão em um hospital de Dallas.

Várias teorias conspiratórias surgiram em torno desta nebulosa história. Em 1964, a Comissão Warren investigou o caso e concluiu que nem Oswald ou Ruby faziam parte de uma conspiração maior, seja nacional ou internacional, para assassinar o presidente Kennedy.

Contudo, o relatório não convenceu a todos. Mais tarde, em 1978, um novo comitê concluiu em um relatório preliminar que Kennedy foi "provavelmente assassinado como resultado de uma conspiração", que pode ter envolvido vários atiradores e o crime organizado.



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sexta-feira, novembro 21, 2014

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Dez coisas que levei anos para aprender...



1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou
empregado, não pode ser uma boa pessoa.
(Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha).

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você,
quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
( Tá cheio de gente querendo te converter!)

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
( Na maioria das vezes quem tá te olhando também não sabe! Tá valendo! )

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
( Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e
tem gente que insiste em fazer hora extra! )

5. Não confunda sua carreira com sua Vida.
( Aprenda a fazer escolhas! )

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir
e um laxante na mesma noite.
( Quem escreveu deve ter conhecimento de causa! )

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela
qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial,
essa palavra seria "reuniões".
( Onde ninguém se entende... com exceção das reuniões que acontecem nos
butecos... )

8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
( Ouvir música é hobby... no volume máximo ás 7 da manhã
pode ser doença mental! )

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
( Será????? Que bom !!!!! )

10. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores.
Um amador construiu a Arca.Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.


(Luís Fernando Veríssimo)




Sol Hoffmann

Amar você é coisa de minutos…


"Amar você é coisa de minutos 

A morte é menos que teu beijo 

Tão bom ser teu que sou 

Eu a teus pés derramado 

Pouco resta do que fui 

De ti depende ser bom ou ruim 

Serei o que achares conveniente 

Serei para ti mais que um cão 

Uma sombra que te aquece 

Um deus que não esquece 

Um servo que não diz não 

Morto teu pai serei teu irmão 

Direi os versos que quiseres 

Esquecerei todas as mulheres 

Serei tanto e tudo e todos 

Vais ter nojo de eu ser isso 

E estarei a teu serviço 

Enquanto durar meu corpo 

Enquanto me correr nas veias 

O rio vermelho que se inflama 

Ao ver teu rosto feito tocha 

Serei teu rei teu pão tua coisa tua rocha 

Sim, eu estarei aqui" 


Paulo Leminski

Hoje na História - 21 de Novembro


Nasce o escritor e filósofo iluminista Voltaire 21-11-1694 

Neste dia, em 1694, nascia François-Marie Arouet, mais conhecido como o escritor e filósofo iluminista Voltaire, na cidade de Paris.

Ele abandonou os estudos de Direito para se tornar um escritor.

Obteve sucesso com suas peças, principalmente com as tragédias clássicas.

Também escreveu histórias e poesia épica.

Com o sucesso do seu trabalho, aos 30 anos já era um homem rico.

Era conhecido pela sua sátira, perspicácia e espiritualidade na defesa das liberdades civis e religiosa e livre comércio.

Por conta de seus pensamentos, foi preso duas vezes e, em uma das ocasiões, foi viver na Inglaterra.

Em 1750, mudou-se para Berlim, a convite de Frederico II da Prússia e, mais tarde, se estabeleceu na Suíça, onde escreveu sua obra mais conhecida, Cândido (1759).

Suas obras e ideias influenciaram pensadores importantes, tanto da Revolução Francesa quanto da Americana.

Ele morreu em Paris, em 30 de maio de 1778, aos 83 anos, quando estava na cidade para supervisionar a produção de uma de suas peças.

Voltaire produziu cerca de 70 obras, em quase todas as formas literárias.


Vídeo enviado em 19 de fev de 2008 

Texto do filósofo francês Voltaire - um libertário que criticava o fanatismo religioso.

History

Não me Peçam Razões...


Não me peçam razões, que não as tenho, 
Ou darei quantas queiram: bem sabemos 
Que razões são palavras, todas nascem 
Da mansa hipocrisia que aprendemos. 

Não me peçam razões por que se entenda 
A força de maré que me enche o peito, 
Este estar mal no mundo e nesta lei: 
Não fiz a lei e o mundo não aceito. 

Não me peçam razões, ou que as desculpe, 
Deste modo de amar e destruir: 
Quando a noite é de mais é que amanhece 
A cor de primavera que há-de vir. 

 José Saramago



Marina N Costa
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