quinta-feira, outubro 30, 2014


As orações dos homens 
Subam eternamente aos teus ouvidos; 
Eternamente aos teus ouvidos soem 
Os cânticos da terra.

No turvo mar da vida, 
Onde aos parcéis do crime a alma naufraga, 
A derradeira bússola nos seja, 
Senhor, tua palavra.

A melhor segurança 
Da nossa íntima paz, 
Senhor, é esta; 
Esta a luz que há de abrir à estância eterna 
O fúlgido caminho.

Ah ! feliz o que pode, 
No extremo adeus às coisas deste mundo, 
Quando a alma, despida de vaidade, 
Vê quanto vale a terra;

Quando das glórias frias 
Que o tempo dá e o mesmo tempo some, 
Despida já, — os olhos moribundos 
Volta às eternas glórias;

Feliz o que nos lábios, 
No coração, na mente põe teu nome, 
E só por ele cuida entrar cantando 
No seio do infinito.

Machado de Assis



Comentando o Comentado

Hoje na História...


Morre o compositor brasileiro Evandro do Bandolim 

Compositor e bandolinista brasileiro de choro, Josevandro Pires de Carvalho, mais conhecido como Evando do Bandolim, morreu no dia 30 de outubro de 1994.

Com aproximadamente 20 discos gravados, teve um deles editado na França.

Fez gravações e show com muitos músicos brasileiros, como Cartola, Elza Soares, Elizeth Cardoso, Moreira da Silva.

Evandro do Bandolim nasceu em João Pessoa, no 19 de março de 1932.






Nasce Fiódor Mijáilovich Dostoyevski Fiódor Mijáilovich 

Dostoyevski nasceu em 30 de outubro de 1821 e faleceu em 9 de fevereiro de 1881, tendo sido um destacado romancista russo do século XIX.

A literatura de Dostoyevski explorou a psicologia humana no complicado contexto político, social e espiritual da sociedade russa do século XIX.

É considerado um dos maiores escritores da literatura russa.

Essencialmente um escritor de mitos, Dostoyevski criou uma obra com uma imensa vitalidade e um poder quase hipnótico caracterizada pelos seguintes atributos: cenas febris e dramáticas onde os personagens se movem em atmosferas escandalosas e explosivas, ocupados em apaixonados diálogos socráticos, a busca de Deus, o mal e o sofrimento dos inocentes.

Dostoyevski sofria de epilepsia e seu primeiro ataque ocorreu quando tinha nove anos. Os ataques ocorreram esporadicamente durante sua vida e se acredita que essas experiências formaram as bases para a descrição da epilepsia do príncipe Myshkin em seu romance O Idiota, e a de Smerdiákov em Os irmãos Karamazov.

Entre suas obras se destacaram: Pobres Gentes (1846) O Duplo (1846) Um Romance em Nove Cartas (1847) Noites Brancas (1848) Niétochka Nezvánova (1849) Stepanchikovo e seus Habitantes (1859) Humilhados e Ofendidos (1861) Recordações da Casa dos Mortos (1861-1862)[] Memórias do Subsolo (1864) Crime e Castigo (1866) O Jogador (1866) O Idiota (1868-1869) O Eterno Marido (1870) Os Endemoniados (1871-1872) O Adolescente (1875) Os Irmãos Karamazov (1879-1880) Diário de um Escritor (1873-1881).

 "Partindo de uma liberdade ilimitada chega-se a um despotismo sem limites." 

 "Conhecemos um homem pelo seu riso. Se na primeira vez que o encontramos ele ri de maneira agradável, o íntimo é excelente." 

 "O que mais receamos é o que nos faz sair dos nossos hábitos." 

 "A mentira é o único privilégio do homem sobre todos os outros animais. [...] Mente, que vais acabar atingindo a verdade." 

[Fiódor Dostoyevski]



History

quarta-feira, outubro 29, 2014


Boa noite Comentando...









"Todos nós somos seres divinos. 
Vamos compartilhar a nossa divindade? 
Mergulhe nos olhos do outro... 
Sorria, cante, toque, abrace, acolha! 
Liberte esse amor que grita dentro de você. 
Deixe a luz do seu coração iluminar o mundo!"

(Lígia Guerra)
 
 



Sol Hoffmann

Boa Noite...






Deixando meu carinho...

E na vastidão do infinito... Eu sinto as mãos de Deus.



Ligia Guerra

O TÊNIS QUE DEIXOU DE SER BRANCO


Gentileza gerava gentileza, cuidados resultavam em agradecimentos, até a mãe inventar de lavar meu All-Star.

Neste momento, acabou a ingenuidade de nossa relação. Depois desse dia, passei a chavear meu quarto e espalhar cartazes de “Proibido entrar” e “Não mexa em minhas coisas”. Estabeleceu-se um clima de suspeita, reparava onde deixava minhas roupas e conferia se permaneciam no mesmo lugar.

Houve uma quebra da corrente do bem em casa. Eu descobri que as intenções não condiziam com a realidade, que fazer favor sem a consulta do interessado desencadeava as maiores brigas.

O fim da minha obediência cega ao amor materno aconteceu justamente quando eu vi meu tênis branco de língua escancarada, secando ao varal, preso por dois prendedores. Foi uma tristeza irreversível.

A mãe desejou me preparar uma surpresa e se deu mal, ela buscou tirar o chulé e renovar meu par com um banho de espuma e Clorofina e me desagradou profundamente.

Destruiu a autenticidade de meu tênis. Nunca mais foi o mesmo: meu tênis cult, invejado pelos colegas, confortável, carismático do recreio, curinga das roupas dos mais diferentes estilos e cores.

Meu tênis sujo tinha aparência de novo. Quando lavado, ficou velho. Ganhou os anos de seu uso, tudo de uma vez. Porque ficou com um branco falso, um branco aspirina, um branco exagerado, um branco escovado, que não tinha no ato de compra.

Adquiriu uma brancura desbotada, fake, arrepiada de pano de chão, diferente do branco encardido e charmoso, que demorei dois anos para imprimir em seu couro. Os cadarços destoavam do conjunto, correntes de um cadeado.

Toda revolta filial começa quando sua mãe lava o tênis sem lhe perguntar.

Ela não respeitou que o tênis não estava imundo, aquilo era estilo de vida, enobrecido nos meus pés como uísque em barris de carvalho. Custou muito chão, demorou para se moldar e assumir uma feição despojada e vivida.

Por suas manias de limpeza, estragou um longo trabalho de depuração. Queria ver qual seria sua atitude se eu passasse verniz em seus móveis de demolição.

O tênis significava o uniforme de minha independência. Não se podia pegá-lo de modo arbitrário, colocá-lo no balde e transformá-lo numa pantufa.

Jamais confiei de novo nos adultos.

Fabrício Carpinejar

Hoje na História...


Nasce o sambista Nelson Cavaquinho 

No dia 29 de outubro de 1911 nascia, no Rio de Janeiro, Nelson Cavaquinho, cantor, compositor e instrumentista de samba.

Ele tinha um estilo único de tocar seu violão, usando apenas dois dedos da mão direita.

Sua morte aconteceu no dia 18 de fevereiro de 1986, também na capital fluminense, exatamente uma semana depois de comemorar a vitória da Mangueira no carnaval.

Nelson tinha a boêmia como marca registrada e ia de botequim em botequim, cantando seus sambas.

Começou a tocar cavaquinho aos 17 anos de idade e trocou a profissão de policial para viver do samba.

Seu primeiro samba foi para a Mangueira, com o nome “Entre a Cruz e a Espada”.

Trocou o cavaquinho pelo violão e nunca abandonou o modo de tocar com o polegar e o indicador.

Seu primeiro sucesso foi “Rugas” (1946), com Augusto Garcez e Ari Monteiro.

Sua fama, contudo, veio na Mangueira, a partir de 1952.

Nelson escreveu vários sambas ao lado de Cartola, outro compositor consagrado da escola.

Ele também usava parceiros fictícios (entraram apenas com o nome).

Um deles se tornou sua alma gêmea: o mecânico de máquinas de calcular Guilherme de Brito, boêmio e seresteiro, que Nelson conheceu em 1946.

Ambos escreveram ótimos sambas como A Flor e o Espinho, Luto, Pranto de Poeta, Folhas Secas, Depois da Vida, Quando eu me Chamar Saudade.

Apesar da grande produção artística, Nelson Cavaquinho gravou apenas dois álbuns e intérpretes como Elizete Cardoso também gravaram suas composições.






Fundação da Biblioteca Nacional do Brasil, a maior da América Latina 

No dia 29 de outubro de 1810, o Príncipe Regente D. João, baixou o decreto que determinava a criação da Real Biblioteca, hoje a Biblioteca Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro.

O local só foi aberto ao público em 1814.

Com a transferência da corte de Portugal para o Brasil, em 1808, o acervo trazido para a então colônia - 60 mil peças, entre livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas - foi, inicialmente, acomodado numa das salas do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na Rua Direita, hoje Rua Primeiro de Março.

Quando a família real regressou para Portugal, em 1821, D. João VI levou grande parte dos manuscritos do acervo.

Depois da proclamação da independência, a aquisição da Biblioteca Real pelo Brasil foi regulada mediante a Convenção Adicional ao Tratado de Paz e Amizade celebrado entre o Brasil e Portugal, em 29 de agosto de 1825.

Considerada pela Unesco uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo e também a maior da América Latina, a Biblioteca Nacional possui hoje cerca de nove milhões de itens.

Ela está localizada na Av. Rio Branco, no Rio de Janeiro.



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terça-feira, outubro 28, 2014

Boa Noite...


Deixando meu carinho


Boa noite Comentando...









"A pureza de coração é inseparável da simplicidade e da humildade; 
ela exclui todo pensamento de egoísmo e de orgulho;
é por isso que Jesus toma a criança como símbolo dessa pureza,
como a tomou por símbolo de humildade." 


(Allan Kardec)




Sol Hoffmann

♫Um Sonho a Dois


♫Há certas horas que só queremos a mão ♫
no ombro, o abraço apertado
ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...
Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
que ache nossas tristezas maiores do mundo...
que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, ♫

Roupa Nova & Joana



Hoje na História...


Estátua da Liberdade é inaugurada em Nova York 

No dia 28 de outubro de 1886, o presidente norte-americano Grover Cleveland inaugurava a Estátua da Liberdade, em Nova York.

Desenhada pelo francês Frederic Bartholdi, a obra foi um presente pela boa relação entre os povos da França e dos Estados Unidos.

A altura total do símbolo é de 92,9m, sendo 46,9m correspondendo à altura da base e 46m à altura apenas da estátua.

A obra foi construída na França, desmontada e enviada de navio para Nova York.

Reconstruída na Ilha Bedloe, ela também foi um presente em comemoração ao centenário da independência dos Estados Unidos.

Durante as três décadas seguintes, a Estátua da Liberdade viu chegar 12 milhões de imigrantes para sua nova casa.

O monumento esteve fechado em algumas ocasiões, como na década de 80, quando passou por uma grande reforma.

Depois dos atentados terroristas ao World Trade Center, em 2001, o local foi fechado para visitação e só foi reaberto completamente oito anos depois.

A partir de outubro desde ano, um dia após seu aniversário de 125 anos, novas reformas por motivo de segurança serão executadas e a visitação ficará restrita ao parque que circunda a estátua.

As obras deverão durar um ano.






É fundada a prestigiada Universidade de Harvard 

Em um dia como este, em 1636, era fundada a Universidade de Harvard, uma das mais prestigiadas do mundo e a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos.

A sua data de fundação é alvo de controvérsias, sendo que algumas fontes também creditam que isso aconteceu no dia 8 de setembro de 1636.

Fundada em Cambridge, em Massachusetts, no começo era chamada apenas de New College.

A partir de 13 de março de 1639 passou a ser denominada Harvard College, em homenagem a John Harvard, um dos seus principais benfeitores.

Embora nunca tenha sido formalmente afiliado a uma igreja, o colégio servia de treinamento de líderes congregacionalistas e unitaristas.

A primeira vez que a instituição foi mencionada como universidade foi em 1780.

Atualmente, Harvard conta com o maior orçamento financeiro de uma instituição de ensino do mundo, com US$ 30 bilhões arrecadados em setembro de 2012.

Em 2009, o custo de um aluno durante um ano de ensino de graduação era de 800 mil euros, incluindo alimentação e moradia.

Sete presidentes dos EUA se formaram em Harvard: John Adams, John Quincy Adams, Rutherford B. Hayes, John F. Kennedy, Franklin Delano Roosevelt, Theodore Roosevelt e Barack Obama.

Além deles, Bill Gates, ex-presidente da Microsoft, e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, também foram alunos desta universidade.



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segunda-feira, outubro 27, 2014


Boa noite Comentando...








"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento."

(Clarice Lispector)






"As pessoas mais felizes raramente são as mais ricas, ou as mais bonitas, ou mesmo as mais talentosas. Seus olhos estão voltados para fora, compassivos. 
Eles têm a capacidade de amar." 


(Jane Canfield)






Sol Hoffmann

Wind of Change



maria tereza cichelli

É só assim que eu enxergo a vida...


“O caminho que eu escolhi é o do amor.

Não importam as dores, as angústias, nem as decepções que eu vou ter que encarar.

Escolhi ser verdadeira.

No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso não estranhe a minha maneira de sorrir, de te desejar o bem.

É só assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver.“


Paulo Roberto Gaefke

Bom Dia!!!


Um dia quebrarei todas as pontes
Que ligam o meu ser, vivo e total,
À agitação do mundo do irreal,
E calma subirei ate as fontes.

Irei até as fontes onde mora
A plenitude, o límpido esplendor
Que me foi prometido em cada hora,
E na face incompleta do amor.

Irei beber a luz e o amanhecer,
Irei beber a voz dessa promessa
Que às vezes como um voo me atravessa,
E nela cumprirei todo o meu ser.

Sophia de Mello Breyner Andresen

Hoje na História!!!


Nasce Graciliano Ramos, escritor brasileiro 

No dia 27 de outubro de 1892 nascia, na cidade de Quebrângulo, no sertão de Alagoas, o escritor e jornalista Graciliano Ramos.

Em 1910, ele se mudou para Palmeira dos Índios, onde assumiu como prefeito da cidade, em 1928.

Renunciou ao cargo dois anos depois e mudou-se para Maceió.

Dos relatórios que escreveu quando prefeito, lançou o livro “Caetés”.

Um pouco depois, escreveu “São Bernardo” (1934), adaptado ao cinema por Leon Hirszman.

Em 1936, lançou “Angústia”.

Neste mesmo ano, foi preso pelo governo de Getúlio Vargas, sob suspeita de participação na Intentona Comunista.

Graciliano foi demitido do emprego na Imprensa Oficial e preso no Rio de Janeiro.

Os sofrimentos na prisão estão em seu livro “Memórias do Cárcere”, de 1953, ano de sua morte – ele morreu no dia 20 de março de 1953, no Rio de Janeiro, vítima de câncer de pulmão.

Graciliano foi solto em 1937 e transferiu-se para o Rio, onde continuou a escrever outros romances, contos e livros infantis.

Um ano depois lançou “Vidas Secas”, sua obra mais famosa, sobre os retirantes nordestinos.

O livro também foi adaptado para o cinema pelo diretor Nelson Pereira dos Santos, em 1963.

"Se a única coisa que de o homem terá certeza é a morte; a única certeza do brasileiro é o carnaval no próximo ano." 

"Comovo-me em excesso, por natureza e por ofício. Acho medonho alguém viver sem paixões." 

[Graciliano Ramos]






Inaugurado Bondinho do Pão de Açúcar no Rio de Janeiro 

O primeiro trecho da ousada obra do Bondinho do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, era inaugurado em um dia como este, em 1912.

Este pedaço inicial, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, tinha uma extensão de 528 metros e 220 metros de altura.

No dia da inauguração, 577 pessoas pagaram para subir ao Morro da Urca.

A obra contou com operários brasileiros e portugueses e equipamentos e materiais importados da empresa alemã J. Pohlig.

O projeto foi idealizado pelo engenheiro Augusto Ferreira Ramos, que pensou em um sistema teleférico que facilitasse o acesso ao cume do monte.

Três meses depois, em 18 de janeiro de 1913, o bondinho passou também a fazer o percurso do morro da Urca ao topo do Pão de Açúcar, um paredão rochoso com 396 metros de altura.

Em outubro de 1972, uma linha paralela foi inaugurada, e os cabos de aços e os bondinhos foram trocados.

As novas cabines importadas da Itália tinham capacidade máxima para 75 passageiros.

Uma média de 2500 pessoas visita o Bondinho diariamente.



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domingo, outubro 26, 2014

Boa Noite...



Deixando meu carinho...

Bom Dia Brasil!!!


[...] Sim, o seu candidato deve ser mesmo bem melhor do que o meu.

Compreendo seus argumentos, entendo todos os seus pontos de vista...

Você tem o seu candidato e eu tenho o meu.

É assim que é.

Mas será que podemos lidar com isso sem nos estapearmos na rua?

E, se você me permite uma digressão, eu escolho falar de amor, sim.

E continuo sonhando com um mundo em que cada um de nós faça mais do que escolher um candidato e até brigar pela sua candidatura.

Um lugar em que cada eleitor volte para casa disposto a mudar suas próprias posturas, a fazer seu trabalho honesto, ajudar o outro e a si mesmo sem a pretensão de estabelecer sua grande e irrefutável verdade universal.

Você me desculpe a franqueza, mas eu continuo sonhando com projetos impossíveis como a instalação de um imenso espelho na órbita da Terra que nos permita enxergar a nós mesmos e nos faça dar conta do quanto nos tornamos tão ridículos cuspindo ofensas contra aqueles que se atrevem a pensar diferente.

E quando nos tornarmos mais humildes e perplexos, nossa mais alta tecnologia será usada para construir grandes loucuras, como máquinas de escrever ternuras, câmeras de reconciliação, condutores de tolerância.

E as ruas serão infestadas de beijoqueiros, amorosos compulsivos, respeitadores convictos e franco-atiradores de afetos disparando carinhos por todos os lados.

Eu escolho o caminho do amor.

No fim da pendenga, acredite, voltaremos todos para a mesma caixa.

E lá dentro, seja lá o que isso signifique, é melhor nos querermos bem. [...]

André J. Gomes



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