sábado, abril 19, 2014

Cientistas afirmam que cães de raça pura são tão saudáveis quanto os vira-latas


Um novo estudo contrariou a crença popular e provou que os cães de raça pura são tão saudáveis quanto os vira-latas.

Quando os cientistas da Royal Veterinary College, em Londres, começaram esse estudo, eles acreditavam que iriam comprovar a sabedoria popular de que cães de raça pura seriam mais vulneráveis a doenças, como sopro no coração, problemas nas articulações, dentes e gengivas.

Mas, para a surpresa de todos, o resultado mostrou que os cachorros de raça pura e os vira-latas têm as mesmas probabilidades de desenvolver doenças.

Para realizar o estudo, foram analisados registros médicos de quase 150 mil cachorros tratados em 100 consultórios veterinários nas regiões centrais e do sudeste da Inglaterra durante os últimos 5 anos.

Das 20 doenças mais vistas pelos veterinários, apenas 3 tiveram uma maior incidência nos cães de raça pura: infecções no ouvido, obesidade e tumor na pele.

Em relação às outras doenças, não houve diferença significativa. Porém, os problemas nas articulações foram mais encontrados nos cães SRD (sem raça definida). Mais uma vez contrariando a crença popular.

Fonte: Telegraph

Hoje é dia de Festa!!!



Pois é Amigos do Comentando,

O tempo passa rápido demais quando as coisas boas da vida acontecem...

É isso que acontece com este espaço, criado sem muitas pretensões...

Quatro amigas tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais...

Amigas que não saíram das imagens, mas que são extremamente reais...

Até nossa "estrelinha Nildce" é mais do que real, pois é a que podemos ver sempre brilhando lá no infinito da vida... Ela nos orienta...

O que falar então de vocês que nos seguem, que passam rapidamente ou que fazem parte da nossa Equipe...

O que seria do Comentando sem vocês?

A festa é pra vocês...

O parabéns é pra vocês...

O desejo de continuarmos juntos é da Equipe...

Vocês são na realidade o nosso Comentando...

O Comentado fica por nossa conta e risco, nem sempre acertamos, mas fiquem certos que tentamos sempre...

Obrigada Amigos!!!

Parabéns pra vocês!!!



COMENTANDO O COMENTADO

sexta-feira, abril 18, 2014

Boa Noite...

Deixando meu carinho....
Ë festa......


Sábado de aleluia, sábado de festa, Nosso Comentando 7 anos...








Amigos Virtuais...


Por uma tela, os conheci…
Aprendi a amar, a rir e a chorar.
Aprendi a acreditar, pois deles só posso “ver” os sentimentos.

Aprendi a gostar sem saber a cor, o credo, classe social ou algo mais
coisas típicas de nossa sociedade material.
Doei…um pouco de mim, um pouco de tempo
e até de trabalho também
Mas, recebi muito mais!

Recebi calor humano, carinho e amor de pessoas
que talvez, sem o computador, nem imaginasse existir.
Por força do hábito, os chamo de amigos virtuais.
Virtuais? Que nada!
São tão reais quanto eu…

Ah!…quem dera o mundo aprendesse essa lição, aprender a gostar sem julgar, sem buscar fatores externos ao amor e à compreensão.
Obrigado por vocês existirem!
Obrigado por serem simplesmente quem são!

(desc. autor)


"Este texto foi editado pela nossa amada amiga nildce antes de nos deixar para morar com Deus".







Sol Hoffmann

Artes & Poesias


Ao estudar com atenção
os curiosos hábitos dos cães
sou forçado a concluir
que o homem é o animal superior.
Ao estudar
os curiosos hábitos do homem
confesso, meu amigo, que fico perplexo.

Ezra Pound

BICHO DE 7 CABEÇAS - GERALDO AZEVEDO



maria tereza cichelli

quinta-feira, abril 17, 2014

Bom Dia...

Deixando meu carinho...
Amanhã é festa...ueba!


Sábado é dia de festa!!!
O Comentando completa seus 7 anos!!!








Amanhã,  19 de Abril completam 7 anos que conheci e que me apaixonei por 3 amigas, companheiras e irmãs, que achei na net quase que por acaso, e que formamos o nosso Comentando, idealizado pela Brisa e abraçado por nós quatro...
Aqui, onde convivemos, nos alegramos, nos divertimos e até choramos juntas...
Hoje somos só três, pois nossa querida Nildce foi morar com Deus e se tornou nosso anjo, a nossa estrela...

Hoje nós somos:  Uma BRISA que sopra alegria e sabedoria,

Uma SOL que lumina os nossos caminhos e

Uma ROSE que enche nossos dias de frescor...

e pra completar, temos também a nossa querida  PATY,   pra paparicarmos com a sua sagacidade e inteligência.

Amo esta família, que formamos aqui com vocês e hoje compartilho com todos os amigos do Comentando a Alegria de ser uma parceira da Equipe Comentando!

Um brinde a nós!!!
Um brinde a vocês!!!


Sol Hoffmann

A REALIZAÇÃO NO TRABALHO DE CADA DIA


[...] Quando trabalhamos sem real satisfação, o trabalho é basicamente pouco compensador.

Quando nos obrigamos a fazer o que fazemos, este conflito interno conduz à exaustão do espírito e da mente, amortecendo nossos sentidos e privando-nos de encontrar prazer em outras áreas de nossa vida.

Trabalhar com resistência, nos torna naturalmente ineficientes e, dessa forma, o nosso trabalho tende a caminhar em direção à mediocridade e ao fracasso, e não ao sucesso e à excelência.

Porém, quando o trabalho torna-se um caminho de realização e satisfação, nossas ações tornam-se cada vez mais significativas; todo o nosso Ser se ilumina.

As lições que aprendemos com o trabalho geralmente têm a ver com nossos erros e falhas, mas estas podem ser, de todas, as lições mais importantes.

O trabalho tem valor em todos os aspectos.

Através dele, podemos encontrar um modo de viver rico e sadio, fundamentado na abundância da atenção plena, concentração e energia.

A riqueza que surge com este modo de ser elimina para sempre a sensação de que nossas vidas estão empobrecidas.

Não é só uma questão de resolver o “problema” do trabalho, mas de realmente usá-lo como caminho espiritual, semelhante até mesmo à meditação.

Sejam quais forem as circunstâncias, estejamos sempre prontos para prosseguir, caminhando firmemente para a nossa prosperidade e realização. [...]


Tarthang Tulku

Cão é intimado para integrar júri nos EUA


IV Griner foi intimado pela justiça de Cumberland County, Nova Jersey, EUA, para integrar um júri.

O único problema é que IV Griner é um cão da raça pastor alemão de 5 anos de idade.

Seu dono disse à emissora de TV KYW, na Filadélfia, que ele logo percebeu a confusão assim que a intimação chegou à sua casa.

O dono do cão é Barrett Grinner IV.

Ele usa o número romano em seu nome.

Já o seu cão recebeu o nome com as letras "I" e "V".

O coordenador do judiciário local disse que o computador identificou o número romano como o primeiro nome de Griner e enviou a intimação.


UOL

quarta-feira, abril 16, 2014

Boa noite Comentando...










"A verdadeira esperança é uma qualidade, uma determinação heróica da alma.
E a mais elevada forma de esperança é o desespero superado."

(Georges Bernanos)





Sol Hoffmann

Meus queridos erros


Uma das coisas peculiares da vida real é que nela é difícil separar os acertos dos erros, mesmo com a distância do tempo. Nos filmes, nos livros, ou em qualquer outra forma de narrativa ficcional, a gente sabe quando os personagens estão a ponto de cometer uma grande burrada. Os eventos se alinham de tal forma que se nota que aquele momento - ou aquela pessoa – é decisivo para o futuro da história. A vida não é assim.

Na vida, a gente nem sabe se está numa comédia ou numa tragédia. Os grandes eventos passam disfarçados de coisas banais e as pessoas de grande importância entram em cena sem que a música tema as anuncie. Nós fazemos escolhas decisivas, de forma instantânea, sem ter a menor ideia de como a historia vai acabar. Ou pelo menos em que direção deveria se encaminhar. Assim, de olhos bem fechados, cometemos erros enormes, que com o correr do tempo se revelam acertos essenciais. Podendo também ocorrer o contrário.

O certo é que não sabemos o que estamos escolhendo. É certeza, também, que não há certo ou errado absoluto. Existe apenas a vida em movimento. Ela nos carrega na direção indicada por nossas escolhas como barquinhos de papel na corredeira. Nessa viagem, em que o poder de controle é tão pequeno, mais importante que o destino talvez seja a aventura.

Hoje em dia, lembro com carinho até de pessoas que me fizeram sofrer. Talvez seja assim com todo mundo. No momento da ruptura ou do abando, quando o mundo parece desabar ao nosso redor, as escolhas que nos levaram àquela pessoa parecem desafortunadas. Melhor seria jamais ter conhecido. Melhor seria nem estar vivo eu dizia. Bobagem. Algum tempo depois, sem que a gente perceba, o sentimento vai virando outra coisa. A percepção sobre aquele momento e sobre aquela pessoa vai se transformando. Os traumas ficam, mas a ventura e a desventura daquele afeto se incorporam à vida como elemento essencial. O julgamento perde o sentido. Aquilo foi um acerto ou foi um erro? Aquilo foi bom ou foi mau? Não interessa. Apenas foi, e isso é o mais importante.

Quando a gente dá um passo, ou toma uma decisão, abrem-se diante de nós um leque de novas possibilidades. Esse é um fato essencial da vida, embora fartamente ignorado. Nós somos condicionados a pensar no futuro como extensão passiva do presente, como um mero prolongamento do momento atual, mas o futuro é qualquer coisa menos isso. Cada gesto, cada forma de ação, cria o seu próprio futuro – e nele vamos nós, com nosso valoroso barquinho de papel em meio à corredeira.

Ao nos envolvermos com alguém diferente de nós, morremos de medo. Aquilo nos parece inadequado. Uma pessoa tão jovem, tão impulsiva, tão popular. Um erro, certamente. Mas não. Com essa pessoa desconhecida construímos uma densa intimidade. Com ela descobrimos novos hábitos, novas maneiras de olhar o mundo, formas diferentes de ser feliz. Rimos, dançamos, erguemos memórias. Mesmo que o romance não dure, mesmo que o final nos entristeça, (foi um erro terrível, dizemos a nós mesmos), sua consequências permanecem, todas boas. Nas ideias, nas roupas, nos amigos, até na imagem que fazemos de nós mesmos. Então onde estava o erro? Não havia erro. Houve apenas um momento lindo, que acabou.

Eu poderia escrever sobre assunto para sempre. Acho que ele define um dos aspectos essenciais da vida. Mas vocês não merecem tanta chatice. O essencial, eu acho, é perceber que os nossos relacionamentos não se dividem entre certos e errados. Ou entre erros e acertos. A vida é mais complicada e mais simples do que isso. Nela, as coisas se misturam e se transformam. O resultado final não define a importância da partida. Mais vale a experiência. Mais vale ter vivido do quer ter estado certo à margem da vida. Pelo menos é o que eu acho.

Ivan Martins

Por Pablo Neruda


"Não estejas longe de mim um só dia, 

Porque, não sei dizê-lo, é comprido o dia, e te estarei esperando como nas estações quando em alguma parte dormitaram os trens. 

Não te vás por uma hora porque então nessa hora se juntam as gotas do desvelo e talvez toda a fumaça que anda buscando a casa venha matar ainda meu coração perdido. 

Ai que não se quebrante tua silhueta na areia 

Ai que não voem tuas pálpebras na ausência 

Não te vás por um minuto, bem-amado, 

Porque nesse momento terás ido tão longe que eu cruzarei toda a terra perguntando se voltarás ou se me deixarás morrendo." 

Pablo Neruda

É possível manter um relacionamento no ambiente de trabalho?

Trata-se de um tabu antigo, mas o relacionamento no ambiente profissional ainda preocupa muitos trabalhadores que, por diversas razões, acabam se envolvendo com um colega de trabalho.

Segundo o psicólogo e fundador da Top Quality, Carlos Eduardo Pereira, antes de assumir um relacionamento no escritório, é necessário saber se a cultura organizacional da empresa permite esse tipo de proximidade entre os funcionários.

— Se não for permitido e existe o desejo de fazer carreira nesta corporação, o único caminho é evitar.

Por outro lado, Pereira comenta que há empresas que não colocam barreiras. Porém, o psicólogo alerta: é necessário agir da forma mais discreta possível.

— O ideal é que o casal não faça parte da mesma equipe, no intuito de evitar qualquer transtorno no desempenho geral. Agora, se a situação for inevitável, qualquer discussão de relacionamento deve ser desenvolvida fora do ambiente profissional, assim como grandes demonstrações de afeto.


Fotógrafo registra belas imagens de mãe ursa protegendo seus filhotes do frio


O fotógrafo Hank Perry viajou para o Alaska para tirar fotografias de bichos ameaçados de extinção. As imagens registradas por ele foram classificadas como as “fotos que você tira apenas uma vez na vida”.

Acompanhado de um guia turístico, as condições em que se submeteram eram críticas. Mas as imagens são impressionantes.

Eles acompanharam por 4 horas uma família de ursos no Parque Nacional Katmai. Os ursos seguiam sua rotina.

O pai urso, através de seu faro, procurou alimentos para seus trigêmeos, que estavam enterrados na areia do parque. Após alimentar os filhotes, a mãe foi proteger a prole do frio e permitiu que os três descansassem em seu pêlo quentinho, enquanto o pai caiu no sono.

Com os ursos mais tranquilos, Hank conseguiu se aproximar a uma distancia de 7,5 metros, garantindo as incríveis fotografias.





terça-feira, abril 15, 2014


Boa noite Comentando...








Ter ou não ter namorado, eis a questão...


(Artur da Távola)


Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabira, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado mesmo é muito difícil.

Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio, e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.

Quem não tem namorado não é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento, dois amantes e um esposo; mesmo assim pode não ter nenhum namorado. Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche da padaria ou drible no trabalho.

Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar lagartixa e quem ama sem alegria.

Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade, ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de curar.

Não tem namorado quem não sabe dar o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, da flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque, lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia, ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo, tapete mágico ou foguete interplanetário.

Não tem namorado quem não gosta de dormir, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele; abobalhados de alegria pela lucidez do amor.

Não tem namorado quem não redescobre a criança e a do amado e vai com ela a parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.

Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais.

Não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.

Não tem namorado que confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.

Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando 200Kg de grilos e de medos. Ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim.

Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio.

Se você não tem namorado é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido.





Sol Hoffmann

Panda deprimido ganha parque de diversões


Um panda gigante que ficou deprimido após seu companheiro ser enviado para outro zoológico ganhou seu próprio parque de diversões, construído dentro de sua jaula.

O casal passou seis meses junto no Yunnan Wild Animal Park, na cidade de Kunming, na China.

Funcionários do zoológico colocaram barras paralelas, balanços e instalaram televisões onde passam imagens de outros pandas para que ela não se sinta tão sozinha

UOL

Há palavras que nos beijam


Há palavras que nos beijam 
Como se tivessem boca. 
Palavras de amor, de esperança, 
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijam 
Quando a noite perde o rosto; 
Palavras que se recusam 
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas 
Entre palavras sem cor, 
Espetadas, inesperadas 
Como a poesia ou o amor

(O nome de quem se ama 
Letra a letra revelado 
No mármore distraído 
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam 
Aonde a noite é mais forte, 
Ao silêncio dos amantes 
Abraçados contra a morte.

Alexandre O ’Neill