Dia do Compositor Brasileiro
Assim como existe o Dia Mundial do Compositor (celebrado no dia 15 de janeiro), também comemora-se, no dia 7 de outubro, o Dia do Compositor Brasileiro.
Neste quesito, o Brasil conta com muitos representantes que justificam a criação da data.
Entre os grandes nomes, está Heitor Villa-Lobos, nascido em 1887, no Rio de Janeiro. Autor de aproximadamente 1000 obras, é considerado o maior compositor das Américas.
Sua obra também foi importante para formar o conceito de nacionalismo musical e, ao mesmo tempo, representou a música brasileira em outros países.
Além de Villa-Lobos, o Brasil também conta com grandes compositores como Chico Buarque, Gonzaguinha, Tom Jobim, Vinícius, Paulinho da Viola, Nelson Cavaquinho, Geraldo Pereira, Alceu Valença, Cartola, Noel Rosa, Ivan Lins, João Gilberto, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Lenine, Chico Science, Cazuza, Raul Seixas e muitos outros.
É inventado o Papel Carbono
O papel carbono é uma lâmina que permite fazer cópias simultaneamente ao utilizar máquinas de escrever, impressoras de impacto ou simplesmente escritura a mão.
Este método de cópia - inventado no dia 7 de outubro de 1806 por Pellegrino Turri - traz impregnado tinta, cera ou carbono (daí o nome papel carbono) em uma de suas faces.
É utilizado entre duas folhas sobrepostas e a cópia é obtida na folha que fica abaixo do papel carbono sob a pressão que a máquina de escrever ou o lápis exerce sobre a folha original acima do mesmo.
Dado que atua sob pressão, não serve para realizar muitas cópias.
Contudo, é preciso assinalar que sua origem não está totalmente esclarecida: em 1592, o escritor llerenense (natural de Llerena, Espanha) Luis Zapata de Chaves e Portocarrero escrevia com sua miscelânea conhecida como: "Invenção de Agora" que era uma tinta em pó, que se podia levar secretamente em um lenço ou em um papel sem derramar, e que, colocada em um prato ou em qualquer recipiente com um pouco de água, se tornava tinta negra e fina.
Em inglês, à cópia criada se chama carbon copy (cópia de carbono).
Na atualidade continua-se usando este conceito nos sistemas de correio eletrônico ao se assinalar às siglas "CC" indicando que se trata da cópia de um original.
Morre o pintor Pedro Américo, ícone da pintura histórica brasileira
Pintor, desenhista, professor, caricaturista e escritor, Pedro Américo morreu em 1905, em Florença, na Itália, após se consagrar um dos maiores nome da pintura histórica brasileira.
Nascido no dia 29 de abril de 1843, em Areia (PB), seu talento já era percebido quando criança.
Mais tarde, Pedro Américo recebeu uma pensão do Imperador Dom Pedro II para estudar na Europa.
Lá, entre 1859 a 1864, cursou a École des Beaux-Arts de Paris, o Instituto de Física de Ganot e a Sorbonne.
Pedro Américo retornou ao Brasil, onde foi professor e também pintou quadros como São Marcos, a Visão de São Paulo e a Cabeça de São Jerônimo.
Retornou à Europa para defender a tese na Faculdade de Ciências da Universidade Livre do Partido Liberal em Bruxelas onde gradou-se Doutor em Ciências Naturais.
Entre seus quadros mais conhecidos estão Batalha do Avaí, "Grito do Ipiranga", "Judith e Holofernes", "Rabequista Árabe e Tiradentes esquartejado. Batalha do Avaí, considerada obra-prima, tem 48 metros quadrados e representa a batalha da guerra do Paraguai.
Consagrado internacionalmente, Pedro Américo pintou um autorretrato para a galeria dos grandes pintores dos Uffizi, em Florença, exposto entre os de Ingres e Flandrin, seus mestres.
Com a proclamação da República, produziu obras como o Tiradentes esquartejado, além de Honra e Pátria e Paz e Concórdia, seu último trabalho.
Pedro Américo morreu em Florença, vítima de beribéri. Seu corpo está enterrado em sua cidade natal, Areia.
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