domingo, novembro 28, 2010

ACREDITE, TUDO VAI PASSAR, O RIO TERÁ PAZ!!!.



Criança é baleada na perna após se recusar a incendiar moto no Rio

Um menino de 8 anos foi baleado na perna por um homem, no morro do Jacarezinho, na zona norte do Rio. Segundo a vítima, ele estava brincando com mais quatro garotos, quando o bandido os abordou pedindo para eles incendiarem uma moto. Ao ver a recusa da criança, que saiu correndo, o homem disparou um tiro contra ele.

FOLHA.COM



Em igreja histórica próxima ao conflito, padre reza missas normalmente

Santuário de Nossa Senhora da Penha (ao fundo) fica perto do conflito.

Usada em outras ocasiões como mirante do tráfico, a igreja do Santuário de Nossa Senhora da Penha manteve sua programação inabalada nesta semana de conflito nas favelas dos complexos do Alemão e da Penha, esparramadas pelo terreno acidentado logo abaixo.

O padre do local, Serafim Fernandes, celebrou todas as missas programadas. Não interrompeu sequer a da tarde de quinta-feira – quando a Vila Cruzeiro foi ocupada por uma grande operação policial com mais de 400 homens e os tiros podiam ser ouvidos do alto.

“As pessoas estavam assustadas, muito apreensivas. Mas tentamos manter a calma e consolar uns aos outros”, disse o padre à BBC Brasil.

Nas imagens das operações policiais realizadas na região desde quarta-feira, muitas vezes a igreja pontuava o horizonte ao fundo. A construção completou 375 anos em outubro. Nos 14 anos que administra o santuário, Serafim conta ter visto conflitos diversos, mas “não com a intensidade desses dias”.

“São dias difíceis para todos nós. Estão em causa vidas humanas, e nós da igreja lamentamos por todas elas, sejam das vitimas inocentes, sejam das pessoas que são o objeto das operações ou dos homens que estão fazendo as incursões”, diz.

Na quarta-feira de tarde, um grupo de traficantes chegou à igreja quando o padre Serafim fazia suas orações. Não lhe dirigiram a palavra, nem entraram no templo. Debruçaram-se sobre as grades que cercam a construção para ter melhor acesso ao que buscavam: a vista privilegiada para observar a movimentação policial na Vila Cruzeiro.

“É o lugar mais alto, daqui se vê mais de metade do Rio de Janeiro. Eu estava rezando e eles não me fizeram nenhum mal. Apenas usaram o espaço para se comunicar e controlar o movimento dos policiais”, diz o pároco.

BBC




EXTRA



Domingo amanhece tenso, mas sem tiros no Alemão

Foi ouvido apenas um tiroteio à 1h da manhã, sem registro de feridos.
2.600 policiais e militares estão posicionados para ocupar o Conjunto.

Do G1

maria tereza cichelli

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