
FRASES ILUSTRADAS

Como acabar com o chulé
Você fica constrangido ao tirar o sapato perto de alguma pessoa por causa do odor? Bom, a verdade é que ninguém merece aquele cheiro de chulé. Muitas pessoas sofrem com esse problema, mas mal sabem que ele pode ser evitado.
A primeira coisa a fazer é lavar o tênis com freqüência. Procure trocar de meia todos os dias, principalmente se você é uma pessoa que costuma transpirar bastante, a meia sempre fica suja, independente se o tênis está limpo.
Outra dica é utilizar um talco no tênis, que vai fazer com que você não transpire tanto nos pés e vai aliviar aquele mau cheiro. Procure lavar muito bem os pés, e secar também, inclusive entre os dedos. Disponibilize de desodorantes para os pés.
Evite ficar muito tempo com apenas um sapato, e evite também comer muitos alimentos ácidos, que ajudam no mau cheiro.
Para você que não sabe o famoso “Chulé”, conhecido como Bromidrose é causado devido a aparência de bactérias e fungos nos pés e nas axilas o que causa o cheiro. Então evite esse problema.
Caso esteja com micose nas unhas, nos pés, entre outros problemas, ou não conseguindo acabar com o cheiro, procure imediatamente um dermatologista e siga as orientações, se não acabar, você pode pelo menos controlar o odor.
007 BLOG

CHARGE JB

Lanterna é exibida na véspera da abertura do Seoul Lantern Festival 2009, em Seul, na Coreia do Sul. Cerca de 20 países irão participar do evento, que acontece de 11 a 15 de novembro (10/11/2009)

Miniaturas de tanques e carros de guerra fazem parte da exposição do libanês Nabil Karam, que recebeu hoje o certificado do Livro dos Recordes como dono da maior coleção de carros de brinquedo do mundo, com mais de 22 mil modelos

Tratadora alimenta filhote de panda batizado de Fu Long (do chinês, "dragão feliz") no zoológico de Schoenbrunn, em Viena, Áustria, pouco antes de ele viajar para um centro de reprodução e pesquisas na China. Fu Long nasceu em cativeiro, na Europa

Veículos enfrentam ponto de alagamento próximo ao estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. A forte chuva que caiu na região metropolitana no final da noite de ontem (11) deixou três mortos em um deslizamento de terra no município de Nova Iguaçu

O líder espiritual tibetano dalai-lama (ao centro) saúda os religiosos que vieram visitá-lo em um monastério de Tawang, na província de Arunachal Pradesh (Índia), próximo à fronteira com o Tibete. É o último dia de sua visita à região
UOL
"Não é propriamente a minha área de atuação, mas podemos dizer que isso foi um microproblema, perto das grandes questões que já foram solucionadas pelo governo"Tarso Genro, ministro da Justiça, comentando o apagão ocorrido na noite de terça-feira.
ÉPOCA

CHARGE O DIA

Mulheres vestem roupas típicas durante um evento para comemorar os 20 anos da ascensão do Imperador ao poder no país, em Tóquio. O Imperador Akihito, que concentrou esforços para suavizar as lembranças de guerra da Ásia, afirmou que sua maior preocupação é que as gerações futuras do Japão esqueçam o passado

Dois macacos gibão comem frutas congeladas no zoológico de São Paulo, na tarde desta quinta-feira. Tratadores forneceram o alimento para tentar refrescar os animais, enquanto as temperaturas na cidade ficaram acima de 30°C
TERRA

Pulseiras do sexo
Virou moda entre muitas meninas britânicas o uso de pulseiras de plástico coloridas, apelidadas de "shag bands" ("pulseiras do sexo", em tradução-livre).
Cada cor representa um ato afetivo ou sexual que, em teoria, a meninas precisariam fazer caso um menino consiga arrebentar a pulseira. Esses atos vão desde um inocente abraço até sexo oral e relações sexuais completas.
A moda está causando enorme polêmica entre pais e professores e chegou até a secretaria da Criança do país.
Com meninas a partir de oito anos de idade aparecendo com as pulseiras, algumas escolas já proibiram o uso.
Muita gente acha que trata-se apenas de brincadeira de criança, que as pulseiras não significam que as meninas irão realmente fazer o que as cores determinam e que jogos com fundo sexual não são novidade no parquinho. Quem nunca brincou de pega-pega em que o menino dá um beijinho na menina, perguntam eles.
Por outro lado, há quem acredite que a prática expõe crianças pequenas a termos sexuais que elas não conheceriam de outra forma e promove a erotização infantil.
Há também o temor de que proibir as pulseiras só vai torná-las mais desejáveis.
E você, o que acha?

Curso que ensina masturbação para jovens causa polêmica na Espanha
Um novo curso escolar que ensina masturbação a jovens de 14 aos 17 anos está provocando polêmica entre pais e educadores na Espanha.
O curso faz parte de um programa introduzido pelas Secretarias de Educação e Juventude da província de Extremadura, e intitulado “O prazer está em suas mãos”. Ele pretende acabar com mitos para que os adolescentes entendam a sexualidade de forma natural.
As aulas sobre sexo serão facultativas nas escolas de segundo grau da província de Extremadura (oeste do país) a partir de novembro. Os conteúdos vão de anatomia e fisiologia sexual masculina e feminina até técnicas de masturbação e uso de objetos eróticos.
Para a secretária de Juventude de Extremadura, Laura Garrido, o novo curso “não deveria escandalizar a ninguém, principalmente porque todos nós fomos adolescentes algum dia e todos nós temos sexualidade”.
Consciente das críticas de grupos de pais de alunos e veículos de comunicação conservadores, que classificaram a atividade escolar de imoral e irresponsável, a secretária disse à BBC Brasil que “resumir tudo em uma polêmica sobre como sentir prazer é uma barbaridade”.
“O programa tem muitos mais aspectos, como hábitos saudáveis, auto-estima, afetividade, identidade de gênero, doenças de transmissão sexual... e esperamos derrubar muitos mitos negativos sobre a masturbação, é óbvio”.
BBCBRASIL

Café no lugar de tinta
O trabalho de baristas, que transformam xícaras de café em arte, já é mundialmente apreciado. Mas a norte-americana Karen Eland resolveu ir além. Ela reproduz obras famosas com o uso de café, no lugar de tintas.
A primeira criação nasceu em 1997, e desde então Karen já contabiliza 90 obras com a técnica, com reproduções de Da Vinci a Van Gogh. “Tive a ideia de desenhar com o grão quando estava em uma cafeteria, degustando um expresso e pensando como aquela cor era maravilhosa”, conta. Além de usar o café como matéria-prima, em grande parte das pinturas a barista “introduz” uma xícara com a bebida.
GLOBO RURAL

Jovem dirige com braços artificiais controlados pelo poder da mente
Próteses 'inteligentes' transformam comando cerebral em impulso elétrico.
Christian Kandlbauer perdeu membros superiores há 4 anos em acidente.
Do G1

Como funciona a sexta-feira 13
A tradição cristã
O medo da sexta-feira 13 resulta de dois medos separados, o medo do número 13 e o medo das sextas-feiras. Ambos têm origem na cultura ocidental, particularmente na teologia cristã.
O treze é importante para os cristãos porque é o número total das pessoas que estavam presentes na Santa Ceia (Jesus e seus 12 apóstolos). Judas, o apóstolo que traiu Jesus, foi o 13º a chegar na festa.
Os cristãos ficam com um pé atrás em relação às sextas-feiras porque Jesus foi crucificado em uma sexta. Além disso, alguns teólogos dizem que Adão e Eva comeram o fruto proibido em uma sexta-feira e que o Dilúvio também começou em uma sexta-feira. No passado, muitos cristãos jamais começariam um projeto ou uma viagem em uma sexta-feira, com medo de dar tudo errado desde o início.
Marinheiros são bem supersticiosos com relação a isso. Eles normalmente se recusam a ir pro mar em uma sexta-feira. Existe uma lenda que diz que, no século XIX, a Marinha Britânica encarregou um navio chamado de H.M.S. Friday (Navio de Sua Majestade Sexta-feira) com o intuito de acabar com a superstição. A marinha escolheu a tripulação em um sexta-feira, lançou o navio em uma sexta-feira e até escolheu um homem chamado James Friday (James sexta-feira) para ser o capitão. Em seguida, em uma manhã de sexta-feira, o navio saiu em sua viagem de estréia... e desapareceu para sempre.
Alguns historiadores dizem que a desconfiança dos cristãos com relação às sextas-feiras está, na verdade, ligada à antiga opressão da Igreja Católica a religiões e mulheres pagãs. No calendário romano, a sexta-feira era dedicada a Vênus, a deusa do amor. Quando os escandinavos adaptaram o calendário, deram o nome à sexta-feira (Friday) em homenagem a Frigg, ou Freya, deusa escandinava ligada ao amor e ao sexo. Estas duas fortes personalidades femininas já representaram uma ameaça ao cristianismo dominado por homens, teoricamente, e a igreja cristã difamou o dia que tinha o nome em homenagem a elas.
Isso também deve ter influenciado no medo do número 13. Dizia-se que Frigg sempre participava de encontros de bruxas, normalmente um grupo de 12, completando 13 participantes. Esta idéia pode ter sido criada pela própria Igreja Católica, mas é impossível checar as origens exatas da maioria dos fatos folclóricos. Uma lenda cristã parecida diz que 13 é mal visto porque significa o encontro de 12 bruxas com o diabo.
O número 13 também pode ter sido considerado pagão porque existem 13 meses no calendário lunar pagão. O calendário lunar também corresponde ao ciclo menstrual humano, conectando o número à feminilidade.

Como funcionam os apagões
De uma maneira geral, a rede elétrica é algo muito simples. Ela consiste em um grande conjunto de usinas de energia (usinas hidrelétricas, usinas nucleares, etc), todas conectadas por fios. Uma rede pode ser tão grande quanto a metade dos Estados Unidos.
O sistema funciona muito bem e pode ser altamente confiável por muitos anos. No entanto, pode haver momentos particulares, como quando ocorre uma alta demanda, em que a constituição interconectada da rede faz com que todo o sistema fique propenso a entrar em colapso. Veja como isso acontece:
Digamos que a rede esteja funcionando muito próxima de sua capacidade máxima. Algo faz com que a usina elétrica pare de funcionar repentinamente. Este "algo" pode ser qualquer coisa, desde um grande relâmpago até uma falha nos rolamentos, o que faria com que o gerador pegasse fogo. Quando uma usina se disconecta da rede, as outras que estão conectadas a ela começam a funcionar mais rápido para atender a demanda. Se todas elas estiverem próximas da capacidade máxima, não vão conseguir dar conta da carga extra. Para evitar que ocorram sobrecargas ou falhas, elas também vão se desconectar da rede. Isso só piora o problema, e dezenas de outras usinas acabam se desconectando. O que deixa milhões de pessoas sem energia.
A mesma coisa pode acontecer se uma grande linha de transmissão falha.
Em quase todos os grandes apagões, a situação é a mesma. Uma parte do sistema falha e as outras partes também acabam falhando, porque não conseguem dar conta do aumento da carga causado pela pane inicial. As falhas múltiplas tornam o problema cada vez pior, e uma grande área acaba ficando na escuridão.
Uma solução para o problema seria obter um número significante de capacidade extra, construindo mais usinas elétricas, linhas de transmissão, etc. Essa capacidade extra daria conta da carga no momento em que algo falhasse. Essa proposta funcionaria, mas as contas de luz aumentariam. Neste momento, a sociedade escolheu economizar o dinheiro e correr o risco de haver apagões. Quando estivermos cansados dos apagões e das interrupções que eles causam, faremos uma escolha diferente.
COMO FUNCIONA
maria tereza cichelli
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