quarta-feira, agosto 05, 2009

QUE PAÍS É ESTE?



CIRCO DO SENADO



Presidente do Conselho de Ética arquiva ações contra Sarney e Renan

Paulo Duque (PMDB-RJ) alegou falta de evidências para abrir investigação.
Presidente do Senado ainda responde a outras sete medidas no colegiado.

Para livrar Sarney e Renan das representações do PSOL, Duque afirmou que as denúncias não tinham sustentação porque não conseguiram comprovar a relação dos dois peemedebistas com a edição dos atos secretos.

O presidente do conselho disse que se a sindicância aberta pelo Senado constatou que o ex-diretor-geral Agaciel Maia e o ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi foram apontados como os responsáveis por manter as decisões administrativas em sigilo, os dois não poderiam ter participação nas irregularidades.

"São afirmações genéricas e contraditórias quando se afirma que os atos teriam sido escondidos e ao mesmo tempo sustentam que foi a mando dessas pessoas [Agaciel e Zoghbi] e não por ato do representado", disse.


QUE PAÍS É ESTE?



SARNEY ESQUECEU OU OMITIU?


Virgílio contesta pontos do discurso de Sarney

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), rebateu parte do discurso do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). "Não quero ser grosseiro e dizer que o senhor faltou com a verdade", disse Virgílio, citando, em seguida, rapidamente três pontos levantados por Sarney.

Ele contestou o fato de o presidente dizer que não conhecia Rodrigo Cruz, nomeado pelo Senado, que é genro de Agaciel Maia (ex-diretor do Senado).

"O senhor foi padrinho de Rodrigo Cruz. O dia foi emocionante e o senhor não se lembrou disso", disse o tucano, numa referência ao fato de Sarney ter sido padrinho de casamento da filha de Agaciel Maia.

Virgílio lembrou ainda que Luiz Cantuária, outro nome que Sarney disse desconhecer, é do Amapá e, quanto ao próprio neto do presidente do Senado, José Adriano, Virgílio lembrou que ele próprio admitiu ter agenciado pelo HSBC empréstimo consignado de funcionários do Senado.

"Se não vai ter o debate, eu queria registrar esses três lapsos que considero de extrema gravidade", disse.

Ainda no plenário, o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), reafirmou que a bancada do partido defende a licença de Sarney do cargo. Ele fez essa declaração ao negar que os partidos de oposição fizeram a proposta à base governista de um acordo para que todos defendessem a renúncia de Sarney.

maria tereza cichelli

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