Amizade é coisa simples: Alguém pensa em você mesmo quando você não pede tampouco precisa. E quando precisa não pede porque faz parte do outro, a ponto dele sentir, pressentir.
sexta-feira, novembro 01, 2013
Luis Fernando Veríssimo: "A linguagem do amor ficou menos romântica"
Luis Fernando Veríssimo não é muito de dar entrevistas. Mas interrompeu suas férias, em Paris, e abriu uma exceção para ÉPOCA.
A causa é nobre: o canal a cabo GNT acaba de começar as filmagens de Amor Veríssimo, série em 13 episódios baseadas nas crônicas de amor do autor.
Gabriela Duarte, Fernanda Paes Leme e Juliana Didone estão no elenco.
Totalmente recuperado do quadro cardiológico que motivou sua internação, em março, ele avisa:
“Espero que isso não se repita".
Costuma interferir nas adaptações das suas obras?
Não. Sempre considero adaptações de coisas minhas como o trabalho de outros e respeito a criatividade alheia. Não tenho acompanhado a produção, mas, pelos nomes envolvidos, imagino que será um programa divertido.
De que se alimenta para escrever suas crônicas?
Nesse caso, as histórias de relacionamentos entre homens e mulheres nascem da pura invenção ou de casos ouvidos e aproveitados. Estou casado com a mesma mulher há 50 anos, o que quer dizer que as histórias nunca são autobiográficas.
Em tempos de redes sociais, como fica o amor?
Acho que pelo menos a linguagem do amor mudou muito, com o novo vocabulário internético. Ficou mais prática e concisa, se bem que menos romântica.
É adepto das redes sociais?
Não. Uso o computador como máquina de escrever e recorro apenas ao Google, que eu chamo de erudição instantânea. E não poderia mais viver sem o e-mail.
Bruno Astuto
Postado por
mariatereza cichelli
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