segunda-feira, julho 22, 2013

No voo do papa para o Brasil, jornalistas de 15 países


O papa Francisco já está a caminho do Brasil.

Ele embarcou para o Rio de Janeiro às 3h55 desta segunda-feira (8h55 em Roma).

O voo internacional de um papa é sempre motivo de alvoroço na imprensa.

Assim tem sido desde os tempos de João Paulo II, o pontífice que estabeleceu as viagens para fora da Itália como manobra importante de evangelização da Igreja.

O burburinho se deve ao fato de que um grupo seleto de jornalistas integra o voo. Em média, 70 repórteres viajam com o papa, o que costuma representar 60% do número total de pessoas a bordo.

Na viagem de Francisco ao Brasil, há jornalistas de 15 nacionalidades. Entre os brasileiros, oito repórteres e dois cinegrafistas. VEJA é a única revista do país a integrar o grupo.

Como é habitual, no voo de Francisco, o grupo mais numeroso é dos italianos, com 20 integrantes da imprensa. Os argentinos, conterrâneos do pontífice, serão dois.

Desta vez, os jornalistas enfrentarão uma situação inédita. O papa cancelou a tradicional entrevista durante o voo.

Até então, os repórteres entregavam as perguntas com antecedência ao porta-voz da Santa Sé e o pontífice então as respondia para todos, pessoalmente, durante a viagem.

Apesar da formalidade, tratava-se de um momento importante, já que o pronunciamento do papa se configurava como um anúncio do que seria dito por ele no país de destino.

Mas Francisco decidiu ter um “encontro informal” com a imprensa, que começará duas horas depois de o avião ter decolado.

“Ele quer cumprimentar a todos", disse Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano.

O que ninguém consegue imaginar é como isso será feito e o que exatamente poderá significar. Só Francisco sabe a resposta.

VEJA

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