terça-feira, agosto 14, 2012

Soneto CXXXVII - William Shakespeare


Não! Tempo, não te regozijarás porque envelheço:
Tuas pirâmides erguidas com nova força

A mim não assustam, nem surpreendem;
São apenas visões de velhos lugares.

Nossos dias são breves e, portanto, admiramos
O que tu nos impõe que envelheceu;
E preferimos tê-los conforme nosso desejo,
A conhecê-los somente por suas lendas.

Desafio tanto as histórias quanto a ti,
Sem me importar com o passado ou o presente;
Pois teus livros e o que vemos ambos mentem,

Feitos, mal e mal, em tua contínua pressa:
Isto eu juro, e assim será sempre,
Serei verdadeiro, apesar de ti e tua longa foice.

William Shakespeare



Libélula azul pousa em folha em Audenge, oeste da França


Um morador da Caxemira caminha junto de seus gansos em um campo em Bandipora, em Srinagar, na Índia


Fotografia mostra estrelas por trás de uma árvore durante a chuva anual de meteoros Perseidas, perto da cidade de Mitzpe Ramon, em Israel


Homem e seu cachorro se divertem durante festa de rua em Tóquio, no Japão


Cavalos enfileirados antes de início da marcha do Parque Memorial Poklonnaya Gora em Moscou, na Rússia. Os participantes vão até Paris, refazendo o caminho percorrido pelo exército russo entre 1812 e 1814, passando pela Bielorrússia, Polônia, Lituânia, Alemanha e França

UOL

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