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"Vive menina. Vive. Porque o tempo cura.
E traz pra vida da gente um motivo maior pra seguir.
Acredite. O passado não tem volta.
...E nada dói pra sempre!"
Karla Tabalipa
E traz pra vida da gente um motivo maior pra seguir.
Acredite. O passado não tem volta.
...E nada dói pra sempre!"
Karla Tabalipa
Vista aérea do Canal Douglas, a rota de transporte proposto para navios petroleiros no Projeto Portal Enbridge do Norte, ao sul de Kitamaat, British Columbia, no Canadá
UOL

Máquinas trabalham nos escombros de três prédios que ruíram no centro do Rio

Alexandro Fonseca, 31, abraça a família após deixar o hospital Souza Aguiar, no Rio; Alexandro estava entre as vítimas dos prédios que desabaram no Rio

Pessoas apreciam espetáculo de luzes projetadas em shopping durante Festival de Luzes em Ghent, Bélgica
FOLHA.COM
O fotógrafo argentino Emanuel Ortiz é o único convidado da exposição. Ele mora na França e trabalha com fotojornalismo. Ele cobriu guerras como a da Bósnia, nos anos 1990, e retratou um soldado chorando numa árvore. “Nesta foto (Bósnia), ele mostra um soldado chorando e não lutando, como imaginamos um soldado”
A fotógrafa canadense Jenine Chaban busca inspiração no trabalho do artista belga Magritte e esta foto artística pode ser interpretada como a solidão do homem frente ao passar do tempo
O fotógrafo Gnb Akash é de Bangladesh e costuma retratar o trabalho infantil. Nesta foto, um menino trabalha em uma fábrica de fogos de artifício.
O fotógrafo dinamarquês Ragne Sigmond realizou esta foto artística para interpretar a ‘fugacidade’ (nome da obra) da mulher.
A fotografa americana Joni Kabana realizou um autorretrato dela e do filho, segundo o curador da mostra. “A foto da criança sem cabelos mostra a crueldade de uma doença e ainda a tristeza e o amor de sua mãe, que é a própria fotógrafa”, afirmou.
A foto de Stephen Hall mostra a realidade dos alunos de um povoado na Etiópia onde é normal as crianças irem às aulas sem roupas.
Arte e realidade dividem espaço em uma grande exposição de fotografias, em Buenos Aires. Esta imagem, da fotógrafa russa Katerina Bodrunova, faz parte de uma tendência surrealista que vem crescendo no país. Segundo o curador da bienal, esta forma de arte era proibida e só foi liberada a partir da queda do muro de Berlim. "A arte surreal, com a expressão livre, era censurada e agora ela marca esta etapa de libertação artística no país”, disse Julio Hardy.
BBC
maria tereza cichelli
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