domingo, julho 25, 2010







Porto Solidão


Se um veleiro repousasse na palma da minha mão

Sopraria com sentimento e deixaria seguir sempre

Rumo ao meu coração, meu coração

Acalma o mar que guarda tamanhos segredos

De versos naufragados e sem tempo


Rimas de ventos e velas, vida que vem e que vai

A solidão que fica e entra

Me arremessando contra o cais


Rimas de ventos e velas, vida que vem e que vai

A solidão que fica e entra

Me arremessando contra o cais...

(Jessé)



Sol Hoffmann

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