
Procuramos tanto algo que se chama felicidade, e nessa busca percebemos o quanto já somos felizes...Mas deixamos passar.
Queremos tanto o impossível e não percebemos quantas coisas são possíveis. Sonhamos tanto com os melhores momentos e só percebemos que já vivemos quando já se foram.
Por isso viva somente o presente, aproveite cada instante e não deixe que a felicidade passe sem que você perceba, pois se tudo na vida fosse só alegrias as pessoas não dariam valor na felicidade...
Às vezes é preciso chorar para saber o quanto é bom sorrir, é precisosentir saudades para sabermos o quanto gostamos de alguém, pois quando temos nada parece ter valor.
A vida é um antes, um agora e um depois.Por isso viva hoje, aprenda com o ontem e deixe que o amanha aconteça...
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Avião se prepara para pousar durante o amanhecer no aeroporto de Budapeste, na Hungria
UOL
Reino Unido - Páginas dos Evangelhos de Lidisfarne - manuscritos do final do século VII - são projetadas na fachada da Catedral de Durham durante o Durham Lumiere, maior festival de luzes do Reino Unido, em Durham, que reúne 35 artistas britânicos e estrangeiros. A exibição dos Evangelhos é uma parceria entre o artista de projeções Ross Ashton, o compositor e arranjador Robert Ziegler e o designer de som John del Nero
TERRA
Dilma posa de faxineira, mas foi quem nomeou o lixo
Setembro de 2010. Véspera do primeiro turno da eleição presidencial. Num debate televisivo, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) investiu contra Dilma Rousseff (PT).
Plínio esfregou na face de Dilma o escândalo Erenice Guerra. “A corrupção bateu na sala ao lado”, fustigou. “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”
O presidenciável do PSOL foi à jugular: “Você vai ter que escolher muita gente. Tem competência para escolher ou vai escolher outras Erenices?”
Decorridos dez meses e meio, o governo de Dilma Rousseff revelou-se uma usina de Erenices. Foram ao olho da rua seis ministros. Cinco por suspeita de corrupção.
Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Orlando Silva, Pedro Novais... A sexta encrenca, Carlos Lupi, agoniza nas manchetes à espera da guilhotina.
Dilma crispa o cenho. Faz boca de nojo. Chama os trambiqueiros ao gabinete. Arma um banzé-de-cuia que arranca aplausos da classe média incauta.
A história do Brasil ensina: ninguém paga pelo que foi, fez e falou. O pedaço da imprensa que alisa Dilma, apelidando-a de faxineira, segue a tradição.
Dilma não é inocente, eis o que se deseja realçar. Foi ela quem nomeou o lixo. Com uma agravante: sabia o que estava fazendo. Ou deveria saber.
Excetuando-se o octagenário Pedro Novais, um velho problema novo, todos os demais ministros pilhados no contrapé vieram da gestão Lula.
Cabe perguntar: o que fazia Dilma no governo de seu patrono? Era a chefona da Casa Civil, a gerentona geral, a coordenadora de tudo...
Pela mesa da ministra toda-poderosa de Lula passavam as iniciativas e programas de governo com alguma relevância. Coordenava, reunia, espinafrava, fazia e acontecia.
Pois bem. Por que diabos Dilma permitiu que o lixo conhecido deslizasse tão suavemente para dentro da gestão dela? Por que não reciclou o continuísmo?
A frase do Plínio-2010, por premonitória, ainda ecoa: “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”
O petismo gosta de reclamar da mídia. Deveria agradecer de joelhos. Se a imprensa não fosse tão compreensiva, perguntaria diariamente: cumplicidade ou inépcia?
Parafraseando Plínio: ou Dilma estava deliberadamente enganando o país quando converteu monturo em ministério ou estava sendo enganada.
Em qualquer hipótese, o caso seria gravíssimo. Em outro país, claro, não no Brasil.
No embate televisivo com Plínio, Dilma realçara: o importante era investigar os desvios e punir os responsáveis.
Referindo-se ao caso de Erenice, a ex-braço direito que virou ministra por sua indicação, Dilma dissera o seguinte:
“Eu queria te assegurar, Plínio, sem sombra de dúvidas: se eu for eleita, assumir a Presidência da República, e o governo não concluir [o caso], eu irei investigá-lo até o fim.”
Faltam 43 dias para o aniversário de um ano da gestão Dilma. O escândanlo Erenice sobrevive como caso inconcluso. E Dilma não moveu uma palha. Está atarantada com outras "Erenices."
Ah, que país maravilhoso seria o Brasil se o brasileiro perdesse a mania de deixar tudo pra lá e passasse cobrar pelos atos praticados e as posições defendidas por seus poderosos!
Escrito por Josias de Souza - FOLHA.COM


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Longa de Bill Condor foi considerado pelos brasileiros o mais fiel ao livro. Pré-estreia do filme ocorreu em São Paulo nesta quinta-feira (17).
Do G1

Dilma Rousseff lança programa para pessoas com deficiência e paparica a pequena Ivy, filha de Romário
A presidente Dilma Rousseff lançou, nesta quinta-feira, o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A cerimônia aconteceu no salão do nobre do Palácio do Planalto, em Brasília, e contou com a presença do deputado federal e ex-jogador de futebol Romário.
Ele levou a filha Ivy, de seis anos, que é portadora da síndrome de Down. A pequena ganhou um beijo "estilo sanduíche" de Dilma e do papai. "Este é um momento em que vale a pena ser presidente", disse Dilma durante o discurso.
EXTRA
Mão de obra estrangeira está no alvo de 14% das empresas no Brasil, diz estudoEm meio ao crescimento da economia e à ausência de mão de obra qualificada o suficiente, 14% dos empregadores brasileiros têm buscado no exterior profissionais para preencher suas vagas, segundo pesquisa da consultoria de RH ManpowerGroup, divulgada nesta quinta-feira.
A maior demanda é por engenheiros, técnicos, professores e funcionários para cargos de executivo sênior ou gerente. A maioria desses empregados vem de países como Estados Unidos, Argentina, Alemanha, Portugal e Espanha.
O levantamento, feito com 400 empresas que atuam no Brasil, entre multinacionais e companhias brasileiras, mostra que quase 20% das empresas pesquisadas já têm entre 1 e 5 funcionários expatriados ocupando cargos gerenciais; 13% delas têm mais de 20 desses funcionários.
BBC

No centro das atenções, Fred avisa: 'Internamente ainda acreditamos'
Depois dos quatro gols contra o Grêmio, atacante diz que esperança no tetra ainda é grande no grupo e revela importância de Abel na arrancada: 'Paizão'
GLOBO ESPORTE
maria tereza cichelli
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