sexta-feira, novembro 18, 2011

"A Distância é apenas um ingrediente para apurar a essência dos Sentimentos"


Procuramos tanto algo que se chama felicidade, e nessa busca percebemos o quanto já somos felizes...Mas deixamos passar.

Queremos tanto o impossível e não percebemos quantas coisas são possíveis. Sonhamos tanto com os melhores momentos e só percebemos que já vivemos quando já se foram.

Por isso viva somente o presente, aproveite cada instante e não deixe que a felicidade passe sem que você perceba, pois se tudo na vida fosse só alegrias as pessoas não dariam valor na felicidade...

Às vezes é preciso chorar para saber o quanto é bom sorrir, é precisosentir saudades para sabermos o quanto gostamos de alguém, pois quando temos nada parece ter valor.

A vida é um antes, um agora e um depois.Por isso viva hoje, aprenda com o ontem e deixe que o amanha aconteça...

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Avião se prepara para pousar durante o amanhecer no aeroporto de Budapeste, na Hungria

UOL



Reino Unido - Páginas dos Evangelhos de Lidisfarne - manuscritos do final do século VII - são projetadas na fachada da Catedral de Durham durante o Durham Lumiere, maior festival de luzes do Reino Unido, em Durham, que reúne 35 artistas britânicos e estrangeiros. A exibição dos Evangelhos é uma parceria entre o artista de projeções Ross Ashton, o compositor e arranjador Robert Ziegler e o designer de som John del Nero

TERRA



Dilma posa de faxineira, mas foi quem nomeou o lixo

Setembro de 2010. Véspera do primeiro turno da eleição presidencial. Num debate televisivo, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) investiu contra Dilma Rousseff (PT).
Plínio esfregou na face de Dilma o escândalo Erenice Guerra. “A corrupção bateu na sala ao lado”, fustigou. “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”

O presidenciável do PSOL foi à jugular: “Você vai ter que escolher muita gente. Tem competência para escolher ou vai escolher outras Erenices?”

Decorridos dez meses e meio, o governo de Dilma Rousseff revelou-se uma usina de Erenices. Foram ao olho da rua seis ministros. Cinco por suspeita de corrupção.

Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Orlando Silva, Pedro Novais... A sexta encrenca, Carlos Lupi, agoniza nas manchetes à espera da guilhotina.

Dilma crispa o cenho. Faz boca de nojo. Chama os trambiqueiros ao gabinete. Arma um banzé-de-cuia que arranca aplausos da classe média incauta.

A história do Brasil ensina: ninguém paga pelo que foi, fez e falou. O pedaço da imprensa que alisa Dilma, apelidando-a de faxineira, segue a tradição.

Dilma não é inocente, eis o que se deseja realçar. Foi ela quem nomeou o lixo. Com uma agravante: sabia o que estava fazendo. Ou deveria saber.

Excetuando-se o octagenário Pedro Novais, um velho problema novo, todos os demais ministros pilhados no contrapé vieram da gestão Lula.

Cabe perguntar: o que fazia Dilma no governo de seu patrono? Era a chefona da Casa Civil, a gerentona geral, a coordenadora de tudo...

Pela mesa da ministra toda-poderosa de Lula passavam as iniciativas e programas de governo com alguma relevância. Coordenava, reunia, espinafrava, fazia e acontecia.

Pois bem. Por que diabos Dilma permitiu que o lixo conhecido deslizasse tão suavemente para dentro da gestão dela? Por que não reciclou o continuísmo?

A frase do Plínio-2010, por premonitória, ainda ecoa: “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”

O petismo gosta de reclamar da mídia. Deveria agradecer de joelhos. Se a imprensa não fosse tão compreensiva, perguntaria diariamente: cumplicidade ou inépcia?

Parafraseando Plínio: ou Dilma estava deliberadamente enganando o país quando converteu monturo em ministério ou estava sendo enganada.

Em qualquer hipótese, o caso seria gravíssimo. Em outro país, claro, não no Brasil.

No embate televisivo com Plínio, Dilma realçara: o importante era investigar os desvios e punir os responsáveis.

Referindo-se ao caso de Erenice, a ex-braço direito que virou ministra por sua indicação, Dilma dissera o seguinte:

“Eu queria te assegurar, Plínio, sem sombra de dúvidas: se eu for eleita, assumir a Presidência da República, e o governo não concluir [o caso], eu irei investigá-lo até o fim.”

Faltam 43 dias para o aniversário de um ano da gestão Dilma. O escândanlo Erenice sobrevive como caso inconcluso. E Dilma não moveu uma palha. Está atarantada com outras "Erenices."

Ah, que país maravilhoso seria o Brasil se o brasileiro perdesse a mania de deixar tudo pra lá e passasse cobrar pelos atos praticados e as posições defendidas por seus poderosos!

Escrito por Josias de Souza - FOLHA.COM




Árvore de Natal gigante do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, começa a tomar forma; ela vem sendo montada desde o dia 13 de novembro


Nevoeiro ao amanhecer na cidade de Greifenberg, sul da Alemanha


Mulher levanta flor durante protestos do 'Occupy L.A.' em Los Angeles, Califórnia; série de protestos contra o sistema financeiro marca dois meses de aniversário


Imagens de tenistas famosos são projetadas em usina de energia em Londres; dia 20 de novembro começa a ATP World Tour Finals na cidade

FOLHA.COM



Mulher fica nua e provoca atos de vandalismo em restaurante em NY

Incidente ocorreu em Bay Ridge, em Nova York.
Mulher dançou nua na rua e atraiu centenas de curiosos.


Fãs elegem 'Amanhecer' o melhor filme da saga 'Crepúsculo'

Longa de Bill Condor foi considerado pelos brasileiros o mais fiel ao livro. Pré-estreia do filme ocorreu em São Paulo nesta quinta-feira (17).

Do G1



Dilma Rousseff lança programa para pessoas com deficiência e paparica a pequena Ivy, filha de Romário

A presidente Dilma Rousseff lançou, nesta quinta-feira, o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A cerimônia aconteceu no salão do nobre do Palácio do Planalto, em Brasília, e contou com a presença do deputado federal e ex-jogador de futebol Romário.

Ele levou a filha Ivy, de seis anos, que é portadora da síndrome de Down. A pequena ganhou um beijo "estilo sanduíche" de Dilma e do papai. "Este é um momento em que vale a pena ser presidente", disse Dilma durante o discurso.

EXTRA


Mão de obra estrangeira está no alvo de 14% das empresas no Brasil, diz estudo

Em meio ao crescimento da economia e à ausência de mão de obra qualificada o suficiente, 14% dos empregadores brasileiros têm buscado no exterior profissionais para preencher suas vagas, segundo pesquisa da consultoria de RH ManpowerGroup, divulgada nesta quinta-feira.

A maior demanda é por engenheiros, técnicos, professores e funcionários para cargos de executivo sênior ou gerente. A maioria desses empregados vem de países como Estados Unidos, Argentina, Alemanha, Portugal e Espanha.

O levantamento, feito com 400 empresas que atuam no Brasil, entre multinacionais e companhias brasileiras, mostra que quase 20% das empresas pesquisadas já têm entre 1 e 5 funcionários expatriados ocupando cargos gerenciais; 13% delas têm mais de 20 desses funcionários.

BBC



No centro das atenções, Fred avisa: 'Internamente ainda acreditamos'

Depois dos quatro gols contra o Grêmio, atacante diz que esperança no tetra ainda é grande no grupo e revela importância de Abel na arrancada: 'Paizão'

GLOBO ESPORTE

maria tereza cichelli

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