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segunda-feira, agosto 08, 2016

Talvez,, eu não te diga as palavras certas...


Não vou permitir que continues a fingir essa felicidade falsa, de mim não consegues esconder!

Apenas peço: liberta-te desse medo envolto em culpas, dessa estrada solitária que seguiste.

Precisas iniciar um novo recomeço - mesmo que sintas as mãos amarradas.

Não és, nem jamais serás um ser feito de pedra;

Nem objeto de arremesso.

Abre a tua alma e vê com olhos de ver, tudo que a vida ainda tem para te oferecer.

Quero que vejas e sintas o melhor de ti, que por dentro desse corpo moribundo e coberto de cicatrizes feitas ao longo da vida, bate um coração de ouro maciço (que ainda tem muito para ofertar).

Talvez,, eu não te diga as palavras certas, mas eu sei que no fundo, tu ainda me ouves!

Afinal de contas, não foi à toa, nem em palavras vãs que selamos um compromisso chamado: amizade - amizade essa - que jamais se desintegrará!

[Receba meu abraço, amigo].

 Peter Pires

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