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terça-feira, março 17, 2015

Hoje na História - 17 de Março


Nasce o cantor Nat King Cole 17-03-1919 

No dia 17 de março de 1919 nascia em Santa Mônica, nos EUA, o cantor Nat King Cole.

Garoto pobre, ele jamais imaginou que faturaria cerca de US$ 500 milhões por ano e mobilizaria multidões de fãs enlouquecidos para ouvi-lo cantar.

Em sua carreira de sucesso, cantou durante 20 anos nas principais cidades do mundo, interpretando consagradas canções como “Saint Louis Blues”, “Too Young”, “Fascination” e “Unforgetable”. Em 1959, Nat King Cole passou pelo Rio de Janeiro, ocasião em que se apresentou no Maracanãzinho, em um show que lotou o estádio, sendo a maior consagração feita no Brasil a um cantor norte-americano até então.

Aos 45 anos, Cole era um cantor realizado, com mais de 600 músicas gravadas.

Ele também fez história no cinema com atuações em mais de 20 filmes, sempre como cantor ou pianista.

Em 1965, Cole sentia dificuldades de respirar e descobriu que tinha câncer de pulmão.

Ele precisou retirar um pulmão e, pouco antes de morrer, não tinha fôlego nem para falar.

Mesmo depois da cirurgia, não parou de fumar – tinha hábito de consumir cerca de três maços de cigarro por dia.

Ele morreu vítima da doença no dia 15 de fevereiro de 1965 um hospital de Hollywood.





Nasce a cantora Elis Regina 17-03-1945 

Considerada por alguns críticos e músicos a melhor cantora brasileira de todos os tempos, Elis Regina Carvalho Costa nascia no 17 de março de 1945, em Porto Alegre.

Entre suas características estavam a forte personalidade, a belíssima voz e também uma excepcional presença de palco.

Elis transitou por vários gêneros musicais, interpretando músicas da MPB, bossa nova, samba, rock e jazz.

Ela surgiu em festivais de música nos anos 60 e tornou-se a primeira estrela da canção popular brasileira da época da televisão.

Com seu sucesso, ajudou a lançar compositores até então desconhecidos como Milton Nascimento, Ivan Lins, Aldir Blanc e João Bosco.

Entre suas parcerias mais célebres estão os duetos com Jair Rodrigues, Tom Jobim, Simonal, Rita Lee e Chico Buarque.

Entre seu álbuns mais importantes (ao todo foram 27), destacam-se Em Pleno Verão (1970), Elis & Tom (1974), Falso Brilhante (1976), Transversal do Tempo (1978) e Saudade do Brasil (1980).

Seu espetáculo Fino da Bossa, no final dos anos 60, foi um grande sucesso. Em 1967, Elis se casou com Ronaldo Bôscoli, diretor do Fino da Bossa, e ambos tiveram um filho, João Marcelo Bôscoli (1970).

Depois, Elis se casou com o pianista César Camargo Mariano, com quem teve outros dois filhos Pedro Mariano (1975) e Maria Rita (1977).

Além de grande cantora, Elisa também sempre foi engajada politicamente e criticava a ditadura brasileira em meio às declarações de seus shows ou nas canções que interpretava.

Ela foi voz ativa da campanha pela Anistia de exilados brasileiros.

Sua morte aos 36 anos, no dia 19 de janeiro, de 1982, em São Paulo, chocou o país e gerou muitas controvérsias.

De acordo com os laudos médicos da época, ela teria morrido por conta de uma mistura de álcool com cocaína.



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